...* Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor *...
sábado, 30 de março de 2013
'FILHOS da PÁSCOA' ... Pe. Fábio de Melo
Da esperança, a dor; o sentido oculto que move os pés; o desejo incontido de ver as estradas se transformando, aos poucos, em chegadas rebordadas de alegrias. Ir; um ir sem tréguas, senão as poucas pausas dos descansos virtuosos que nos devolvem a nós mesmos. Idas que não findam e que não esgotam os destinos a serem desbravados. Passagens; páscoas e deslocamentos.
Eu vou. Vou sempre porque não sei ficar. Vou na mesma mística que envolveu os meus pais na fé, os antepassados que viram antes de mim. Vou envolvido pela morfologia da esperança; este lugar simples, prometido por Deus, e que os escritores sagrados chamam de Terra Prometida. Eu quero.
O lugar sugere saciedade e descanso. Sugere ausência de correntes e cativeiros...
Ainda que o caminho seja longo, dele não desisto. Insisto na visão antecipada de seus vislumbres para que o mar não me assuste na hora da travessia. Aquele que sabe antecipar o sabor da vitória, pela força de seu muito querer, certamente terá mais facilidade de enfrentar o momento da luta.
O povo marchava nutrido pela promessa. A terra seria linda. Nela não haveria escravidão. Poderiam desembrulhar as suas cítaras; poderiam cantar os seus cantos; poderiam declamar os seus poemas. A terra prometida seria o lugar da liberdade...
Mas antes dela, o processo. Deus não poderia contradizer a ordem da vida. Uma flor só chega a ser flor depois que viveu o duro processo de morrer para suas antigas condições. O novo nasce é da morte. Caso contrário Deus estaria privando o seu povo de aprender a beleza do significado da páscoa. Nenhuma passagem pode ser sem esforço. É no muito penar que alcançamos o outro lado do rio; o outro lado do mar...
E assim o foi. O desatino das inseguranças não fez barreira às esperanças de quem ia. O mar vermelho não foi capaz de amedrontar os desejantes da Terra, os filhos da promessa. Pés enxutos e corações molhados, homens e mulheres deitaram suas trouxas no chão; choraram o doce choro da vitória, e construíram de forma bela e convincente o significado do que hoje também celebramos.
A vida cresceu generosa. O significado também.
Ainda hoje somos homens e mulheres de passagens; somos filhos da Páscoa.
Os mares existem; os cativeiros também. As ameaças são inúmeras. Mas haverá sempre uma esperança a nos dominar; um sentido oculto que não nos deixa parar; uma terra prometida que nos motiva dizer: Eu não vou desistir!
E assim seguimos. Juntos. Mesmo que não estejamos na mira dos olhos.
O importante é saber, que em algum lugar deste grande mar de ameaças, de alguma forma estamos em travessia...
Páscoa - Vida Nova em Cristo Jesus....
Páscoa
"Todos os cristãos sabem que Páscoa é o aniversário da ressurreição de Jesus. Muitos ignoram que Páscoa foi uma festa, uma grande festa, muito antes de Jesus no mundo.
O Evangelho, entretanto, nos convida a nela refletir. Ele não nos diz somente que cada ano Jesus ia a Jerusalém para a festa da Páscoa; ele não fala somente que a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus tinham lugar durante as festas da Páscoa; ele nos mostra o Cristo ensinando seus discípulos que "sua hora", era aquela da Páscoa: "Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco". A Páscoa cristã saiu da Páscoa judaica como de uma velha árvore um ramo cheio de seiva.
A Igreja aí não se engana. Durante a Semana Santa e especialmente na 6a Feira e Sábado Santo, ela multiplica suas alusões à antiga Páscoa. Se queremos com ela celebrar a Páscoa Cristã, precisamos olhar a Páscoa judaica e retomar, para ultrapassar, a emoção e a alegria dos judeus de quando eles iam cada ano a Jerusalém para festejar a Páscoa.
1. A PÁSCOA JUDAICA
Era a maior festa do ano. Para celebrá-la todo judeu, a partir dos 12 anos, subia à Jerusalém. Era na cidade santa que se comia o cordeiro pascal. Mas por que estas cerimônias? Por que esta festa?
a) Uma intervenção de Deus
Naquele tempo, quer dizer, doze ou catorze séculos antes de Jesus Cristo, os judeus eram escravos no Egito, sujeitos a duros trabalhos. O rei do Egito, o Faraó, havia ordenado fossem mortas todas as crianças do sexo masculino. Ele queria exterminar a raça. Fatos recentes nos permitem compreender a grosseria da luta e o drama horrível das famílias.
Deus intervém para salvar este povo, e não somente para salvar, mas para lhe dar uma missão. Porque este povo devia preparar no mundo a vinda do Messias.
A libertação se faz em três tempos: (Ex 12,1-14; 21-28)
1- Uma preparação misteriosa. Sob a ordem de Deus em cada família, matava-se um cordeiro e comia-se um cordeiro e comia-se às presas depois de ter colocado seu sangue nos batentes das portas.
2- Uma situação desesperadora. Logo após esta ceia o povo colocar-se-ia sob a condução de Moisés. Mas Faraó e seus exércitos alcançaram os judeus no momento em que eles chegaram no Mar Vermelho. Encurralados no mar, sem armas, eles vão ser aniquilados. Os sobreviventes deveriam se sujeitar a uma escravatura pior ainda que aquela que já conheciam.
3- Um milagre se processa. É então que Moisés, sob a ordem de Deus, estende a mão em direção ao mar, e as águas se abrem para dar passagem aos hebreus. Assim que eles terminaram de passar e que Faraó quer tomar o mesmo caminho, o mar volta ao seu percurso matando os egípcios e todo seu exército. A alegria brilha. Um cântico de ação de graças ecoou. O povo está são e salvo, é livre. Vai assim caminhar para a Terra Prometida.
b) Uma Festa anual
A passagem do Mar Vermelho é a maior data histórica nacional dos judeus e uma das maiores da história religiosa do mundo.
Este dia, graças à intervenção de Deus, os Judeus passaram (Páscoa quer dizer passagem) da escravidão à liberdade, do exílio à pátria, da terra dos ídolos àquela do verdadeiro Deus, do país de escravidão à terra prometida. Ontem eles esperavam a morte, hoje a vida lhes é dada. Um tal acontecimento não poderia ficar na sombra.
Cada ano, na data do aniversário da passagem do Mar Vermelho, os judeus se dirigiam à Jerusalém para ir celebrar uma festa: a Páscoa. Como outrora seus pais, antes de deixar o Egito, eles refaziam a misteriosa preparação, comiam um cordeiro, o cordeiro pascal; depois durante a ceia, cantavam como seus pais outrora, depois da passagem do Mar Vermelho, salmos de louvor a Deus que libertou seu povo.
2. A PÁSCOA DE CRISTO
Cada ano, Jesus celebrava a festa da Páscoa e comia o cordeiro pascal. Mas ele sabia o que significava este alimento misterioso. Era Ele, o verdadeiro Cordeiro de Deus cujo sangue derramado sobre o madeiro da Cruz nos abriria caminho do céu. Uma Páscoa, uma outra passagem o esperava. Leiamos um trecho do evangelho de São Lucas, que nos coloca dentro desta realidade (Lucas 22,7-20).
É o início da Páscoa de Cristo...
a) Uma preparação misteriosa. Na Quinta Feira Santa, com seus discípulos, ele toma a ceia pascal, primeira vez celebra a eucaristia. Ceia misteriosa também.
b) Uma situação desesperadora. Na Sexta Feira Santa, depois de uma agonia, dois processos, a flagelação, o coroamento de espinhos e a pregação na cruz, ele morre. Todas as esperanças desaparecem. Tudo parece perdido.
c) Um milagre sem precedente. Mas na manhã da Páscoa, Jesus ressuscitou. Ele só passou pela morte para entrar na vida. Passou agora da morte à vida, da vida do tempo aquela da eternidade, da escravidão para a liberdade, do sofrimento para a alegria, da terra dos ídolos àquela de seu Pai, do exílio à Pátria. Esta passagem, esta Páscoa de Cristo, é a verdadeira Páscoa. A Páscoa antiga não é senão figura da nova Páscoa.
3. A PÁSCOA DOS CRISTÃOS
a) O Batismo: É o batismo que nos associa à Páscoa do Cristo e traz até nós seus benefícios. O batismo nos faz passar, nós também, da terra dos ídolos àquela do verdadeiro Deus, do exílio à Pátria, do Império de Satã ao reino de Deus, da vida da terra àquela do Espírito, da escravidão do pecado para a liberdade dos filhos de Deus. Ele nos introduz na Igreja, de que a terra prometida era uma figura. Ele nos faz passar da morte do pecado à vida da graça. Como a primeira Páscoa, ele se opera na água. Como a Páscoa do Cristo ele nos dá a vida eterna.
b) Uma Festa anual: A festa da Páscoa é a grande celebração anual da Páscoa de Cristo e do Batismo. Toda a nossa liturgia nos convida a seguir, passo a passo, os gestos de Cristo durante os últimos dias de sua vida mortal e durante as primeiras horas de sua ressurreição. E quando chega o momento mais solene desta semana, no ofício do Sábado Santo, o Batismo se torna a grande preocupação da Igreja. Pelo Batismo nós reproduzimos a morte e a ressurreição de Jesus. Páscoa é um aniversário. Muito mais que um aniversário. Da mesma forma que os judeus, celebrando a sua Páscoa, davam graças a Deus por sua libertação, assim também durante os dias da grande Semana da Páscoa, nós louvamos a Deus que nos resgatou e que faz de todos nós o seu povo. E desde já, sabendo que a paixão, morte e ressurreição de Cristo nos merecem o céu, nós aspiramos por esta última Páscoa, que, um dia fará todos os batizados entrarem no canto de ação de graças na verdadeira e definitiva Terra Prometida.
Os dias da Semana Pascal formam um todo. Páscoa não é um dia. Páscoa é uma passagem. A passagem da vida, restrita no tempo, à vida, marcada pela eternidade. A celebração desta passagem, na liturgia da Páscoa, começa no Domingo de Ramos e caminha até a aurora da ressurreição. Não se deve separar o que Deus uniu. Não se deve olhar a cruz sem antever a ressurreição. Não se pode contemplar o Cristo Ressuscitado sem ver o seu corpo glorioso marcado pelas cicatrizes da Paixão. São os sinais da sua passagem pela morte. São as provas irrecusáveis de que ele nos mereceu a graça de passar da terra dos homens àquela de Deus.
"Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa, CS
"Todos os cristãos sabem que Páscoa é o aniversário da ressurreição de Jesus. Muitos ignoram que Páscoa foi uma festa, uma grande festa, muito antes de Jesus no mundo.
O Evangelho, entretanto, nos convida a nela refletir. Ele não nos diz somente que cada ano Jesus ia a Jerusalém para a festa da Páscoa; ele não fala somente que a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus tinham lugar durante as festas da Páscoa; ele nos mostra o Cristo ensinando seus discípulos que "sua hora", era aquela da Páscoa: "Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco". A Páscoa cristã saiu da Páscoa judaica como de uma velha árvore um ramo cheio de seiva.
A Igreja aí não se engana. Durante a Semana Santa e especialmente na 6a Feira e Sábado Santo, ela multiplica suas alusões à antiga Páscoa. Se queremos com ela celebrar a Páscoa Cristã, precisamos olhar a Páscoa judaica e retomar, para ultrapassar, a emoção e a alegria dos judeus de quando eles iam cada ano a Jerusalém para festejar a Páscoa.
1. A PÁSCOA JUDAICA
Era a maior festa do ano. Para celebrá-la todo judeu, a partir dos 12 anos, subia à Jerusalém. Era na cidade santa que se comia o cordeiro pascal. Mas por que estas cerimônias? Por que esta festa?
a) Uma intervenção de Deus
Naquele tempo, quer dizer, doze ou catorze séculos antes de Jesus Cristo, os judeus eram escravos no Egito, sujeitos a duros trabalhos. O rei do Egito, o Faraó, havia ordenado fossem mortas todas as crianças do sexo masculino. Ele queria exterminar a raça. Fatos recentes nos permitem compreender a grosseria da luta e o drama horrível das famílias.
Deus intervém para salvar este povo, e não somente para salvar, mas para lhe dar uma missão. Porque este povo devia preparar no mundo a vinda do Messias.
A libertação se faz em três tempos: (Ex 12,1-14; 21-28)
1- Uma preparação misteriosa. Sob a ordem de Deus em cada família, matava-se um cordeiro e comia-se um cordeiro e comia-se às presas depois de ter colocado seu sangue nos batentes das portas.
2- Uma situação desesperadora. Logo após esta ceia o povo colocar-se-ia sob a condução de Moisés. Mas Faraó e seus exércitos alcançaram os judeus no momento em que eles chegaram no Mar Vermelho. Encurralados no mar, sem armas, eles vão ser aniquilados. Os sobreviventes deveriam se sujeitar a uma escravatura pior ainda que aquela que já conheciam.
3- Um milagre se processa. É então que Moisés, sob a ordem de Deus, estende a mão em direção ao mar, e as águas se abrem para dar passagem aos hebreus. Assim que eles terminaram de passar e que Faraó quer tomar o mesmo caminho, o mar volta ao seu percurso matando os egípcios e todo seu exército. A alegria brilha. Um cântico de ação de graças ecoou. O povo está são e salvo, é livre. Vai assim caminhar para a Terra Prometida.
b) Uma Festa anual
A passagem do Mar Vermelho é a maior data histórica nacional dos judeus e uma das maiores da história religiosa do mundo.
Este dia, graças à intervenção de Deus, os Judeus passaram (Páscoa quer dizer passagem) da escravidão à liberdade, do exílio à pátria, da terra dos ídolos àquela do verdadeiro Deus, do país de escravidão à terra prometida. Ontem eles esperavam a morte, hoje a vida lhes é dada. Um tal acontecimento não poderia ficar na sombra.
Cada ano, na data do aniversário da passagem do Mar Vermelho, os judeus se dirigiam à Jerusalém para ir celebrar uma festa: a Páscoa. Como outrora seus pais, antes de deixar o Egito, eles refaziam a misteriosa preparação, comiam um cordeiro, o cordeiro pascal; depois durante a ceia, cantavam como seus pais outrora, depois da passagem do Mar Vermelho, salmos de louvor a Deus que libertou seu povo.
2. A PÁSCOA DE CRISTO
Cada ano, Jesus celebrava a festa da Páscoa e comia o cordeiro pascal. Mas ele sabia o que significava este alimento misterioso. Era Ele, o verdadeiro Cordeiro de Deus cujo sangue derramado sobre o madeiro da Cruz nos abriria caminho do céu. Uma Páscoa, uma outra passagem o esperava. Leiamos um trecho do evangelho de São Lucas, que nos coloca dentro desta realidade (Lucas 22,7-20).
É o início da Páscoa de Cristo...
a) Uma preparação misteriosa. Na Quinta Feira Santa, com seus discípulos, ele toma a ceia pascal, primeira vez celebra a eucaristia. Ceia misteriosa também.
b) Uma situação desesperadora. Na Sexta Feira Santa, depois de uma agonia, dois processos, a flagelação, o coroamento de espinhos e a pregação na cruz, ele morre. Todas as esperanças desaparecem. Tudo parece perdido.
c) Um milagre sem precedente. Mas na manhã da Páscoa, Jesus ressuscitou. Ele só passou pela morte para entrar na vida. Passou agora da morte à vida, da vida do tempo aquela da eternidade, da escravidão para a liberdade, do sofrimento para a alegria, da terra dos ídolos àquela de seu Pai, do exílio à Pátria. Esta passagem, esta Páscoa de Cristo, é a verdadeira Páscoa. A Páscoa antiga não é senão figura da nova Páscoa.
3. A PÁSCOA DOS CRISTÃOS
a) O Batismo: É o batismo que nos associa à Páscoa do Cristo e traz até nós seus benefícios. O batismo nos faz passar, nós também, da terra dos ídolos àquela do verdadeiro Deus, do exílio à Pátria, do Império de Satã ao reino de Deus, da vida da terra àquela do Espírito, da escravidão do pecado para a liberdade dos filhos de Deus. Ele nos introduz na Igreja, de que a terra prometida era uma figura. Ele nos faz passar da morte do pecado à vida da graça. Como a primeira Páscoa, ele se opera na água. Como a Páscoa do Cristo ele nos dá a vida eterna.
b) Uma Festa anual: A festa da Páscoa é a grande celebração anual da Páscoa de Cristo e do Batismo. Toda a nossa liturgia nos convida a seguir, passo a passo, os gestos de Cristo durante os últimos dias de sua vida mortal e durante as primeiras horas de sua ressurreição. E quando chega o momento mais solene desta semana, no ofício do Sábado Santo, o Batismo se torna a grande preocupação da Igreja. Pelo Batismo nós reproduzimos a morte e a ressurreição de Jesus. Páscoa é um aniversário. Muito mais que um aniversário. Da mesma forma que os judeus, celebrando a sua Páscoa, davam graças a Deus por sua libertação, assim também durante os dias da grande Semana da Páscoa, nós louvamos a Deus que nos resgatou e que faz de todos nós o seu povo. E desde já, sabendo que a paixão, morte e ressurreição de Cristo nos merecem o céu, nós aspiramos por esta última Páscoa, que, um dia fará todos os batizados entrarem no canto de ação de graças na verdadeira e definitiva Terra Prometida.
Os dias da Semana Pascal formam um todo. Páscoa não é um dia. Páscoa é uma passagem. A passagem da vida, restrita no tempo, à vida, marcada pela eternidade. A celebração desta passagem, na liturgia da Páscoa, começa no Domingo de Ramos e caminha até a aurora da ressurreição. Não se deve separar o que Deus uniu. Não se deve olhar a cruz sem antever a ressurreição. Não se pode contemplar o Cristo Ressuscitado sem ver o seu corpo glorioso marcado pelas cicatrizes da Paixão. São os sinais da sua passagem pela morte. São as provas irrecusáveis de que ele nos mereceu a graça de passar da terra dos homens àquela de Deus.
"Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa, CS
quarta-feira, 27 de março de 2013
• Entenda o significado do beijo na Cruz na Sexta-feira Santa.
Em todo o ano, existe somente um dia em que não se celebra a Santa Missa: a Sexta-Feira Santa. Ao invés da Missa temos uma celebração que se chama Funções da Sexta-feira da Paixão, que tem origem em uma tradição muito antiga da Igreja que já ocorria nos primeiros séculos, especialmente depois da inauguração da Basílica do Santo Sepulcro e do reencontro da Santa Cruz por parte de Santa Helena (ano 335 d.C.).
Esta celebração é dividida em três partes: a primeira é a leitura da Sagrada Escritura e a oração universal feita por todas as pessoas de todos os tempos; a segunda é a adoração da Santa Cruz e a terceira é a Comunhão Eucarística, juntas formam o memorial da Paixão e Morte de Nosso Senhor. Memorial não é apenas relembrar ou fazer memória dos fatos, é realmente celebrar agora, buscando fazer presente, atual, tudo aquilo que Deus realizou em outros tempos. Mergulhamos no tempo para nos encontrarmos com a graça de Deus no momento que operou a salvação e, ao retornarmos deste mergulho, a trazemos em nós.
Os cristãos peregrinos dos primeiros séculos a Jerusalém nos descrevem, através de seus diários que, em um certo momento desta celebração, a relíquia da Santa Cruz era exposta para adoração diante do Santo Sepulcro. Os cristãos, um a um, passavam diante dela reverenciando e beijando-a. Este momento é chamado de Adoração à Santa Cruz, que significa adorar a Jesus que foi pregado na cruz através do toque concreto que faziam naquele madeiro onde Jesus foi estendido e que foi banhado com seu sangue.
Em nosso mundo de hoje, falar da Adoração à Santa Cruz pode gerar confusão de significado, mas o que nós fazemos é venerar a Cruz e, enquanto a veneramos, temos nosso coração e nossa mente que ultrapassa aquele madeiro, ultrapassa o crufixo, ultrapassa mesmo o local onde estamos, até encontrar-se com Nosso Senhor pregado naquela cruz, dando a vida para nos salvar. Quando beijamos a cruz, não a beijamos por si mesma, a beijamos como quem beija o próprio rosto de Jesus, é a gratidão por tudo que Nosso Senhor realizou através da cruz. O mesmo gesto o padre realiza no início de cada Missa ao beijar o Altar. É um beijo que não pára ali, é beijar a face de Jesus. Por isso, não se adora o objeto. O objeto é um símbolo, ao reverênciá-lo mergulhamos em seu significado mais profundo, o fato que foi através da Cruz que fomos salvos.
Nós cristãos temos a consciência que Jesus não é apenas um personagem da história ou alguém enclausurado no passado acessível através da história somente. "Jesus está vivo!" Era o que gritava Pedro na manhã de Pentecostes e esse era o primeiro anúncio da Igreja. Jesus está vivo e atuante em nosso meio, a morte não O prendeu. A alegria de sabermos que, para além da dolorosa e pesada cruz colocada sobre os ombros de Jesus, arrastada por Ele em Jerusalém, na qual foi crucificado, que se torna o simbolo de sua presença e do amor de Deus, existe Vida, existe Ressurreição. Nossa vida pode se confundir com a cruz de Jesus em muitos momentos, mas diante dela temos a certeza que não estamos sós, que Jesus caminha conosco em nossa via sacra pessoal e, para além da dor, existe a salvação.
Ao beijar a Santa Cruz, podemos ter a plena certeza: Jesus não é simplesmente um mestre de como viver bem esta vida, como muitos se propõem, mas o Deus vivo e operante em nosso meio.
Padre Antônio Xavier
sexta-feira, 22 de março de 2013
Vaticano: Papa quer «construir pontes» com o Islão e os não crentes Francisco realça importância das religiões para a construção da paz a nível global.
Cidade do Vaticano, 22 mar 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco afirmou hoje a sua intenção de construir “pontes” com “todos os homens” e sublinhou a importância do diálogo inter-religioso para a construção da paz, destacando a importância do Islão.
“Não se podem construir pontes entre os homens esquecendo Deus e vice-versa: não se podem viver verdadeiras ligações com Deus, ignorando os outros. Por isso, é importante intensificar o diálogo entre as diversas religiões: penso, antes de tudo, no diálogo com o Islã”, declarou, num encontro com os membros do corpo diplomático acreditado na Santa Sé.
O Papa argentino disse ter apreciado “muito” a presença de autoridades civis e religiosas do mundo islâmico na missa de inauguração do pontificado, que decorreu esta terça-feira, no Vaticano.
“Desejo que o diálogo entre nós ajude a construir pontes entre todos os homens, de tal modo que cada um possa encontrar no outro, não um inimigo nem um concorrente, mas um irmão que se deve acolher e abraçar”, revelou.
Francisco aludiu, por outro lado, à necessidade de “intensificar o diálogo com os não crentes”, para que se superem “as diferenças que separam e ferem” e se promova “o desejo de construir verdadeiros laços de amizade entre todos os povos”.
O Papa explicou que um dos seus títulos é “pontífice”, ou seja, “aquele que constrói pontes, com Deus e entre os homens”.
“As minhas próprias origens impelem-me a trabalhar por construir pontes. Na verdade, como sabeis, a minha família é de origem italiana e assim está sempre vivo em mim este diálogo entre lugares e culturas distantes, entre um extremo do mundo e o outro”, declarou Francisco, de 76 anos, nascido na Argentina.
Segundo o Papa, os povos da terra estão “cada vez mais próximos, interdependentes e necessitados de se encontrarem e criarem espaços efetivos de autêntica fraternidade”.
“Desejo renovar aos vossos Governos o meu agradecimento pela sua participação nas celebrações por ocasião da minha eleição, com votos de um frutuoso trabalho comum”, concluiu.
A Santa Sé tem relações diplomáticas com 180 países, a que se somam a União Europeia, a Ordem Soberana de Malta e a Organização para a Libertação da Palestina.
sábado, 16 de março de 2013
Papa Francisco fala sobre a escolha do nome.....
O Papa Francisco realizou neste sábado (16) uma audiência no Vaticano com todos os jornalistas ainda presentes em Roma após o conclave que o elegeu novo líder da Igreja Católica. Segundo o Vaticano, cerca de 6 mil jornalistas se credenciaram para a cobertura, e todos foram convidados para o encontro.
Muito sorridente e simpático, o Papa abriu seu discurso, de cerca de 10 minutos, agradecendo o trabalho dos jornalistas e falando um pouco sobre o papel da Igreja, lembrando que “Cristo é o centro de tudo, não o sucessor de Pedro.” Apesar da solenidade do encontro, ele fez os presentes rirem em algumas vezes – como quando lembrou o quanto os jornalistas trabalharam no Vaticano nos últimos dias. Um momento importante principalmente para os brasileiros foi quando o Papa explicou porque escolheu o nome Francisco. "Na eleição, eu tinha ao meu lado o arcebispo emérito de São Paulo, um grande amigo. Quando a coisa começou a ficar um pouco perigosa, ele começou a me tranquilizar. E quando os votos chegaram a 2/3, aconteceu o aplauso esperado, pois, afinal, havia sido eleito o Papa. [...] Ele me abraçou, me beijou e disse: 'Não se esqueça dos pobres'. Aquilo entrou na minha cabeça. Imediatamente lembrei de São Francisco de Assis.
O Papa também relembrou que Francisco de Assis era um homem da pobreza e da paz. “Como eu queria uma Igreja pobre, e para os pobres”, afirmou. Muitos jornalistas italianos levaram familiares ao encontro, inclusive crianças. O Papa abençoou todos os presentes – mesmo aqueles que não eram católicos, que, segundo ele, “são filhos de Deus.” O encontro com o Papa foi uma oportunidade única – é muito difícil estar tão próximo de um pontífice, ainda mais de um que está há tão poucos dias no trono de Pedro. Muitos jornalistas, principalmente de meios católicos, ficaram visivelmente emocionados. A simpatia do novo Papa e sua simplicidade também ajudaram o pontífice a cativar os presentes. No fim, o Papa ainda afagou um cão-guia de um jornalista cego que o cumprimentou no palco, e saiu acenando para os jornalistas.
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quinta-feira, 14 de março de 2013
Habemus Papam! Viva o Papa!
Filhos e filhas,
Habemus Papam! Viva o Papa!
Nesta mensagem de hoje quero relatar minha alegria e orgulho de ser sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana, conduzida pelo Espírito Santo. Enquanto toda a imprensa internacional apontava italianos e brasileiros para o vencedor da eleição, o Espírito de Deus suscitou entre os cardeais o nome de Jorge Mario Bergoglio, jesuíta.
Sobre o Papa Francisco, o seu perfil, a maneira como vai comandar a Santa Sé, ainda ouviremos muito. Por isso, quero ressaltar que o Espírito Santo é quem conduz a Igreja e nunca a abandona. Lembro-me do que disse Jesus: "Tu és Pedro, e sobre pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18).
Foi inesperada a renúncia de Bento XVI, como também não foi prevista a eleição de Jorge Mario Bergoglio. Mas são essas surpresas do Espírito Santo que mantém nossa fé viva e faz a nossa confiança em Deus ser renovada.
Que o Espírito Santo de Deus, sempre presente na Igreja, ilumine o Papa Francisco I e todo o povo de Deus. E que o lindo gesto do nosso novo Pontífice, de curvar-se pedindo orações para o povo que estava na Praça de São Pedro, nos inspire a sempre tê-lo em nossas súplicas e pedidos.
Deus abençoe,
Padre Reginaldo Manzotti
Habemus Papam! Viva o Papa!
Nesta mensagem de hoje quero relatar minha alegria e orgulho de ser sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana, conduzida pelo Espírito Santo. Enquanto toda a imprensa internacional apontava italianos e brasileiros para o vencedor da eleição, o Espírito de Deus suscitou entre os cardeais o nome de Jorge Mario Bergoglio, jesuíta.
Sobre o Papa Francisco, o seu perfil, a maneira como vai comandar a Santa Sé, ainda ouviremos muito. Por isso, quero ressaltar que o Espírito Santo é quem conduz a Igreja e nunca a abandona. Lembro-me do que disse Jesus: "Tu és Pedro, e sobre pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,18).
Foi inesperada a renúncia de Bento XVI, como também não foi prevista a eleição de Jorge Mario Bergoglio. Mas são essas surpresas do Espírito Santo que mantém nossa fé viva e faz a nossa confiança em Deus ser renovada.
Que o Espírito Santo de Deus, sempre presente na Igreja, ilumine o Papa Francisco I e todo o povo de Deus. E que o lindo gesto do nosso novo Pontífice, de curvar-se pedindo orações para o povo que estava na Praça de São Pedro, nos inspire a sempre tê-lo em nossas súplicas e pedidos.
Deus abençoe,
Padre Reginaldo Manzotti
quinta-feira, 7 de março de 2013
Dia internacional da mulher.
NOTA DA CNBB PELO DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília-DF, de 05 a 07 de março, queremos homenagear todas as mulheres por ocasião do Dia Internacional da Mulher – 8 de março. Neste dia, em particular, “a Igreja agradece todas as manifestações do ‘gênio’ feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e Nações; agradece todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres na história do Povo de Deus, todas as vitórias que deve à sua fé, esperança e caridade; agradece todos os frutos de santidade feminina” (Beato João Paulo II, A Dignidade da Mulher, n. 31)
Saudamos e agradecemos, de modo especial, às mulheres que, por sua vocação, missão e empenho na superação de todo tipo de violência, possibilitam a construção de uma cultura de paz no ambiente familiar e social. Reconhecemos que, “face a inúmeras situações de violência e tragédias, são quase sempre as mulheres que mantêm intacta a dignidade humana, defendem a família e tutelam os valores culturais e religiosos” e apontam sinais de esperança, como falou Bento XVI (Angola, 2009).
Ao mesmo tempo, lamentamos que ainda persistam situações em que a mulher seja discriminada ou subestimada por ser mulher. A Igreja, por sua missão, une-se a todas as pessoas de boa vontade para eliminar as pressões familiares e os argumentos sociais, culturais e até mesmo religiosos, que usam a diferença dos sexos para justificar atos de violência contra a mulher, tornando-a objeto de atrocidades e de exploração.
Alegra a todos nós e à sociedade constatar que, cada dia mais, cresce a consciência da dignidade e do papel da mulher, que fortalece seu protagonismo marcante e significativo na vida política, social, econômica, cultural e religiosa da sociedade brasileira.
Merecem, ainda, nosso reconhecimento e gratidão, a dinâmica presença e a atuação das mulheres na vida e na ação evangelizadora da Igreja, expressa pela sua vocação vivida no exercício dos vários ministérios, organismos, pastorais e serviços na construção do Reino de Deus no hoje de nossa história.
Desejamos que, no cuidado da vida e no exercício da caridade e da cidadania, as mulheres continuem sendo testemunho de perseverança nos caminhos que conduzem à justiça e à paz.
Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Jesus e nossa, modelo de mulher, mãe, esposa e trabalhadora, ilumine e proteja as mulheres de nosso país.
Brasília-DF, 07 de março de 2013
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício
Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa - PR
Vice-Presidente da CNBB em exercício
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília-DF, de 05 a 07 de março, queremos homenagear todas as mulheres por ocasião do Dia Internacional da Mulher – 8 de março. Neste dia, em particular, “a Igreja agradece todas as manifestações do ‘gênio’ feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e Nações; agradece todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres na história do Povo de Deus, todas as vitórias que deve à sua fé, esperança e caridade; agradece todos os frutos de santidade feminina” (Beato João Paulo II, A Dignidade da Mulher, n. 31)
Saudamos e agradecemos, de modo especial, às mulheres que, por sua vocação, missão e empenho na superação de todo tipo de violência, possibilitam a construção de uma cultura de paz no ambiente familiar e social. Reconhecemos que, “face a inúmeras situações de violência e tragédias, são quase sempre as mulheres que mantêm intacta a dignidade humana, defendem a família e tutelam os valores culturais e religiosos” e apontam sinais de esperança, como falou Bento XVI (Angola, 2009).
Ao mesmo tempo, lamentamos que ainda persistam situações em que a mulher seja discriminada ou subestimada por ser mulher. A Igreja, por sua missão, une-se a todas as pessoas de boa vontade para eliminar as pressões familiares e os argumentos sociais, culturais e até mesmo religiosos, que usam a diferença dos sexos para justificar atos de violência contra a mulher, tornando-a objeto de atrocidades e de exploração.
Alegra a todos nós e à sociedade constatar que, cada dia mais, cresce a consciência da dignidade e do papel da mulher, que fortalece seu protagonismo marcante e significativo na vida política, social, econômica, cultural e religiosa da sociedade brasileira.
Merecem, ainda, nosso reconhecimento e gratidão, a dinâmica presença e a atuação das mulheres na vida e na ação evangelizadora da Igreja, expressa pela sua vocação vivida no exercício dos vários ministérios, organismos, pastorais e serviços na construção do Reino de Deus no hoje de nossa história.
Desejamos que, no cuidado da vida e no exercício da caridade e da cidadania, as mulheres continuem sendo testemunho de perseverança nos caminhos que conduzem à justiça e à paz.
Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Jesus e nossa, modelo de mulher, mãe, esposa e trabalhadora, ilumine e proteja as mulheres de nosso país.
Brasília-DF, 07 de março de 2013
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício
Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa - PR
Vice-Presidente da CNBB em exercício
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
"Não abandono a cruz, mas permaneço de um modo novo, junto ao Senhor crucificado". Essa frase - de certa forma, uma resposta às críticas sobre a renúncia - revela todo o amor do Papa pela Igreja.
Nesta quarta-feira (27) aconteceu na Praça São Pedro, no Vaticano, a última audiência pública do Papa Bento XVI. Assim, nesta quinta-feira (28), às 20h (horário de Roma e 16h no de Brasília), ele deixará o comando da Igreja e a Sé estará vacante.
Muito se falou sobre a renúncia do Papa e muito ainda vai se falar, mas hoje quero partilhar com vocês alguns trechos dessa última audiência.
"Não abandono a cruz, mas permaneço de um modo novo, junto ao Senhor crucificado". Essa frase - de certa forma, uma resposta às críticas sobre a renúncia - revela todo o amor do Papa pela Igreja.
Outra citação que quero destacar é um exemplo de fé: "O Senhor nos doou tantos dias de sol e de leve brisa, dias no qual a pesca foi abundante; houve momentos também nos quais as águas eram agitadas e o vento contrário, como em toda a história da Igreja, e o Senhor parecia dormir. Mas sempre soube que naquela barca está o Senhor e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas é Sua. E o Senhor não a deixa afundar; é Ele que a conduz, certamente também através dos homens que escolheu, porque assim quis. Esta foi e é uma certeza, que nada pode ofuscá-la".
Com estas citações me remeto ao dia em que Bento XVI foi eleito, em 19 de abril de 2005, e proclamou a frase: Um humilde servo da vinha do Senhor. Foi um pontificado que começou com simplicidade e que não poderia terminar de outra forma, ou seja, com humildade, coragem e muito amor pela Igreja de Jesus Cristo.
Por isso, especialmente hoje, faço um convite para que em suas orações peçam que o Espírito Santo ilumine a Igreja, o colégio cardinalício que entrará em conclave e todo o povo de Deus.
Deus abençoe,
Padre Reginaldo Manzotti
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
EXISTE DIFERENÇA ENTRE CARDEAL, BISPO, ARCEBISPO, CÔNEGO E MONSENHOR?
BISPOS, ARCEBISPOS E CARDEAIS
Todos são ordenados, no grau máximo do sacramento da Ordem. Todos são bispos, palavra que deriva do grego "epíscopos", que significa supervisor. Para chamá-los usa-se o título de Dom, abreviatura do latim dominus, senhor. Com o Papa à frente, os bispos do mundo inteiro formam o Colégio Apostólico, que sucede ao grupo dos apóstolos, os quais tinham a Pedro como seu líder. Assim, a Igreja é guiada pela história afora pelos mesmos pastores escolhidos por Jesus Cristo(...)
O Bispo é o pastor da Igreja particular, responsável pelo ensinamento da Palavra de Deus, pela celebração da Eucaristia e demais sacramentos e pela animação e organização dos carismas e ministérios do Povo de Deus. Ele é obrigado a fazer a visita “ad limina apostolorum” a Roma, e ao Papa, de quatro em quatro anos, quando então apresenta à Santa Sé um relatório de sua diocese e é recebido pelo Papa. Os bispos são, em suas dioceses, o princípio visível e o fundamento da unidade com as outras dioceses e com a Igreja universal. É obrigado pelo Código de Direito Canônico da Igreja a pedir renúncia ao completar 75 anos.
Arcebispo é o bispo de uma Arquidiocese, o titular da sede metropolitana, que é a diocese mais antiga de uma Província Eclesiástica, que é formada pelo conjunto de diversas dioceses. Ele é responsável pelo zelo da fé e da disciplina eclesiástica e pela presidência das reuniões dos bispos da Província. Mas não intervém diretamente na organização e na ação pastoral das demais dioceses (sufragâneas) da arquidiocese. O arcebispo usa, nos limites de sua Província, durante as funções litúrgicas, como sinal de unidade de sua Província com a Igreja em todo o mundo, o pálio, que lhe é entregue pelo Papa, no dia da festa de S. Pedro e S. Paulo, 29 de junho: uma faixa branca decorada de cruzes pretas que cobre os ombros, confeccionada com a lã de um cordeiro.
Cardeais são geralmente bispos de importantes dioceses do mundo. Mas também padres ou diáconos podem ser cardeais. São escolhidos pessoalmente pelo Papa, como representantes da Igreja em todo o mundo, para formarem o Colégio dos Cardeais. São responsáveis pela assessoria direta ao Papa na solução das questões organizativas e econômicas da Santa Sé, na coordenação dos diversos Dicastérios (uma espécie de ministério do Vaticano) que compõem o serviço da Santa Sé em favor da comunhão em toda a Igreja e da justiça para com os pobres do mundo todo. São também os responsáveis pela eleição do novo Papa enquanto não completarem 80 anos. A reunião dos Cardeais se chama Consistório e acontece quando o Papa a convoca.
Todos são ordenados, no grau máximo do sacramento da Ordem. Todos são bispos, palavra que deriva do grego "epíscopos", que significa supervisor. Para chamá-los usa-se o título de Dom, abreviatura do latim dominus, senhor. Com o Papa à frente, os bispos do mundo inteiro formam o Colégio Apostólico, que sucede ao grupo dos apóstolos, os quais tinham a Pedro como seu líder. Assim, a Igreja é guiada pela história afora pelos mesmos pastores escolhidos por Jesus Cristo(...)
O Bispo é o pastor da Igreja particular, responsável pelo ensinamento da Palavra de Deus, pela celebração da Eucaristia e demais sacramentos e pela animação e organização dos carismas e ministérios do Povo de Deus. Ele é obrigado a fazer a visita “ad limina apostolorum” a Roma, e ao Papa, de quatro em quatro anos, quando então apresenta à Santa Sé um relatório de sua diocese e é recebido pelo Papa. Os bispos são, em suas dioceses, o princípio visível e o fundamento da unidade com as outras dioceses e com a Igreja universal. É obrigado pelo Código de Direito Canônico da Igreja a pedir renúncia ao completar 75 anos.
Arcebispo é o bispo de uma Arquidiocese, o titular da sede metropolitana, que é a diocese mais antiga de uma Província Eclesiástica, que é formada pelo conjunto de diversas dioceses. Ele é responsável pelo zelo da fé e da disciplina eclesiástica e pela presidência das reuniões dos bispos da Província. Mas não intervém diretamente na organização e na ação pastoral das demais dioceses (sufragâneas) da arquidiocese. O arcebispo usa, nos limites de sua Província, durante as funções litúrgicas, como sinal de unidade de sua Província com a Igreja em todo o mundo, o pálio, que lhe é entregue pelo Papa, no dia da festa de S. Pedro e S. Paulo, 29 de junho: uma faixa branca decorada de cruzes pretas que cobre os ombros, confeccionada com a lã de um cordeiro.
Cardeais são geralmente bispos de importantes dioceses do mundo. Mas também padres ou diáconos podem ser cardeais. São escolhidos pessoalmente pelo Papa, como representantes da Igreja em todo o mundo, para formarem o Colégio dos Cardeais. São responsáveis pela assessoria direta ao Papa na solução das questões organizativas e econômicas da Santa Sé, na coordenação dos diversos Dicastérios (uma espécie de ministério do Vaticano) que compõem o serviço da Santa Sé em favor da comunhão em toda a Igreja e da justiça para com os pobres do mundo todo. São também os responsáveis pela eleição do novo Papa enquanto não completarem 80 anos. A reunião dos Cardeais se chama Consistório e acontece quando o Papa a convoca.
PADRES, CÔNEGOS E MONSENHORES
Pelo sacramento da Ordem, não há nenhuma diferença entre padre, cônego ou monsenhor. Todos são ordenados, no segundo grau desse sacramento. Todos são presbíteros do Povo de Deus.
Hoje, os títulos de cônego e monsenhor são honorários e não indicam a posse de nenhum cargo ou posição na Igreja. Antes das reformas conciliares, eles formavam o cabido diocesano, para a função de conselheiros do bispo, o governo da diocese durante a vacância e o esplendor das funções litúrgicas na catedral. Hoje, o bispo conta com diversos Conselhos, que são formados por representantes de todo o clero e do laicato. Não contam os títulos, mas a disposição para o serviço comum e comunitário da evangelização. Hoje, cônego e monsenhor são títulos de homenagem e reconhecimento por serviços prestados à Igreja. Além disso, o título de monsenhor é também usado para o padre que foi eleito bispo. Enquanto ele não é ordenado bispo, é chamado de monsenhor.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
O que é Quarta-feira de Cinzas:
A Quarta-feira de Cinzas representa o primeiro dia da Quaresma no calendário gregoriano, podendo também ser designada por Dia das Cinzas e é uma data com especial significado para a comunidade cristã. A data é um símbolo do dever da conversão e da mudança de vida, para recordar a passageira fragilidade da vida humana, sujeita à morte. Coincide com o dia seguinte à terça-feira de Carnaval e é o primeiro dos 40 dias entre essa terça-feira e a sexta-feira (Santa) anterior ao domingo de Páscoa.
A origem deste nome é puramente religiosa.Neste dia, é celebrada a tradicional missa das cinzas. As cinzas utilizadas neste ritual provêm da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. A estas cinzas mistura-se água benta. De acordo com a tradição, o celebrante desta cerimônia utiliza essas cinzas úmidas para sinalizar uma cruz na fronte de cada fiel, proferindo a frase “Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás” ou a frase “Convertei-vos e crede no Evangelho”.
Campanha da Fraternidade,Texto Base.
Apresentação
A Campanha da Fraternidade é um excelente auxílio para vivermos bem a Quaresma. A CF 2013 retoma o tema Juventude e se propõe olhar a realidade dos jovens, acolhendo-os com a riqueza de suas diversidades, propostas e potencialidades. No contexto do Ano da Fé, esta Campanha deseja mobilizar a Igreja e, os segmentos da sociedade a se solidarizarem com os jovens. O Texto Base é o principal instrumento para trabalharmos a CF.
Resumo do Texto Base
LEMBRANDO:
A CF desde 1964 toca temas de vida fraterna na sua dimensão social da fé, como caminho de conversão na Quaresma.
Partindo de Jesus Cristo coloca sinais atuais, refletindo sobre temas de cunho social, nos convidando à conversão.
OBJETIVOS:
1. Acolher os jovens seguindo a Jesus na Igreja para construir uma sociedade fraterna na cultura de vida, justiça e paz.
2. Propiciar aos jovens um encontro pessoal com Jesus.
3. Possibilitar aos jovens uma participação ativa na comunidade eclesial contribuindo com seus dons e talentos.
4. Sensibilizar os jovens para serem agentes transformadores da sociedade, protagonistas da civilização do amor.
VER
(da página 9 à 45 do Texto Base da CF)
Mudança de época.
- Mundo globalizado onde todos nós somos afetados por tudo,”tudo tem a ver com tudo”, “a injustiça de um é injustiça de todos”.
- “O comércio globalizado e livre é a solução de tudo” com transformação, competição, acúmulo, produção e lucro.
- A tradicional compreensão do mundo -autoridade, serviço, gratuidade, Deus, estruturas sociais e religiosas- não servem mais.
A mídia, muita comunicação de massas e pouca pessoal, com seu poder “ser e não ser” ao serviço do acúmulo, produção e lucro.
Cultura do individual, livre, plural (alternativo) e do descartável. Relaciona-se com o mundo e desconhece o vizinho, anonimato.
Consequências: migração com desarraigo familiar, relações não gratuitas, ao serviço do lucro.
Alteração do papel homem, mulher, pais, filhos; perda do poder educativo dos pais, cedido à mídia e aos grupos-massa.
- Fragilização dos laços comunitários, individualismo, falta de critérios na nova situação cria vazio; a competição profissional prolonga a permanência na família; perigo do novo convívio familiar ser de relações casuais sem compromisso.
- A consciência do bem-mal, dos valores, o imediato, tende a ser arbitrária sem instância objetiva, descomprometida do futuro.
- O bem comum se banaliza em prol do individual: manipulação de embriões, aborto, eutanásia, acesso ao emprego, cidadania. As instituições (família, colégio, igreja) informam, abdicando da sua função de acolher e servir no desenvolvimento juvenil.
- A ação social da juventude não se ressume em partidos e sindicatos, a nova tecnologia de informação a coloca em espaços: esportivos, ambientalistas, religiosos. Culturais, questionadores da globalização, redes sociais etc. Têm critérios sem manipular.
- Juventude detém a técnica informática de comunicação ágil e interativa conectando grupos de interesses criando mobilizações.
- “Inter-relacionar-se é vida” até os mais carentes são promovidos a fazer parte desse ambiente, a partir disso construir relações.
- Criam novo modo de se relacionar e assumir compromissos na família, educação, Igreja e ambiente;relações casuais.
- Visão planetária: o mundo uma aldeia, ecológica, desenvolvimento sustentável, aquecimento global, qualidade de vida.
- Há risco de ficar dependente, “viciado”, isolado no computador em detrimento do essencial, estudos, vida familiar e saúde.
- Ativos na Igreja, acreditam em Deus, buscam o sagrado, falar e ser ouvidos, participantes no diálogo; todos são de dentro.
- Muitos jovens fazem escolha de vida e de fé através do testemunho no universo mediático de evangelização de música, dança.
- Nossa história, cultura e modo de ser é fruto do ambiente, “pensamos o que pisamos” com modo de estar, ver e relacionar-se.
- Valoriza o pluralismo de opções doutrinais e litúrgicas com uma pertença mais unida ao existencial e afetivo.
A Campanha da Fraternidade é um excelente auxílio para vivermos bem a Quaresma. A CF 2013 retoma o tema Juventude e se propõe olhar a realidade dos jovens, acolhendo-os com a riqueza de suas diversidades, propostas e potencialidades. No contexto do Ano da Fé, esta Campanha deseja mobilizar a Igreja e, os segmentos da sociedade a se solidarizarem com os jovens. O Texto Base é o principal instrumento para trabalharmos a CF.
Resumo do Texto Base
LEMBRANDO:
A CF desde 1964 toca temas de vida fraterna na sua dimensão social da fé, como caminho de conversão na Quaresma.
Partindo de Jesus Cristo coloca sinais atuais, refletindo sobre temas de cunho social, nos convidando à conversão.
OBJETIVOS:
1. Acolher os jovens seguindo a Jesus na Igreja para construir uma sociedade fraterna na cultura de vida, justiça e paz.
2. Propiciar aos jovens um encontro pessoal com Jesus.
3. Possibilitar aos jovens uma participação ativa na comunidade eclesial contribuindo com seus dons e talentos.
4. Sensibilizar os jovens para serem agentes transformadores da sociedade, protagonistas da civilização do amor.
VER
(da página 9 à 45 do Texto Base da CF)
Mudança de época.
- Mundo globalizado onde todos nós somos afetados por tudo,”tudo tem a ver com tudo”, “a injustiça de um é injustiça de todos”.
- “O comércio globalizado e livre é a solução de tudo” com transformação, competição, acúmulo, produção e lucro.
- A tradicional compreensão do mundo -autoridade, serviço, gratuidade, Deus, estruturas sociais e religiosas- não servem mais.
A mídia, muita comunicação de massas e pouca pessoal, com seu poder “ser e não ser” ao serviço do acúmulo, produção e lucro.
Cultura do individual, livre, plural (alternativo) e do descartável. Relaciona-se com o mundo e desconhece o vizinho, anonimato.
Consequências: migração com desarraigo familiar, relações não gratuitas, ao serviço do lucro.
Alteração do papel homem, mulher, pais, filhos; perda do poder educativo dos pais, cedido à mídia e aos grupos-massa.
- Fragilização dos laços comunitários, individualismo, falta de critérios na nova situação cria vazio; a competição profissional prolonga a permanência na família; perigo do novo convívio familiar ser de relações casuais sem compromisso.
- A consciência do bem-mal, dos valores, o imediato, tende a ser arbitrária sem instância objetiva, descomprometida do futuro.
- O bem comum se banaliza em prol do individual: manipulação de embriões, aborto, eutanásia, acesso ao emprego, cidadania. As instituições (família, colégio, igreja) informam, abdicando da sua função de acolher e servir no desenvolvimento juvenil.
- A ação social da juventude não se ressume em partidos e sindicatos, a nova tecnologia de informação a coloca em espaços: esportivos, ambientalistas, religiosos. Culturais, questionadores da globalização, redes sociais etc. Têm critérios sem manipular.
- Juventude detém a técnica informática de comunicação ágil e interativa conectando grupos de interesses criando mobilizações.
- “Inter-relacionar-se é vida” até os mais carentes são promovidos a fazer parte desse ambiente, a partir disso construir relações.
- Criam novo modo de se relacionar e assumir compromissos na família, educação, Igreja e ambiente;relações casuais.
- Visão planetária: o mundo uma aldeia, ecológica, desenvolvimento sustentável, aquecimento global, qualidade de vida.
- Há risco de ficar dependente, “viciado”, isolado no computador em detrimento do essencial, estudos, vida familiar e saúde.
- Ativos na Igreja, acreditam em Deus, buscam o sagrado, falar e ser ouvidos, participantes no diálogo; todos são de dentro.
- Muitos jovens fazem escolha de vida e de fé através do testemunho no universo mediático de evangelização de música, dança.
- Nossa história, cultura e modo de ser é fruto do ambiente, “pensamos o que pisamos” com modo de estar, ver e relacionar-se.
- Valoriza o pluralismo de opções doutrinais e litúrgicas com uma pertença mais unida ao existencial e afetivo.
1 – Religião (IBGE 2010): 54% católicos; 24% evangélicos; 2% se dizem ateus; 14,3% sem religião. Temor de Deus o 4º valor.7,6% dos jovens
2 – Cresce a consciência missionária do jovem no serviço voluntário e missionário.
3 – Os jovens organizam-se motivados pela música, dançam, 50% usam internet diariamente para estudos e relacionamento.
4 – Renda da família: 30% até meio SM; 53,7% entre meio e dois SM; 15,7% mais de dois SM.
5 – Moradia: 84,3% urbana, 15,2% rural; da urbana 48,7% inadequada; da urbana 66,9% negra. Muitos negros vivem em povos quilombolas.
6 – Escolaridade: de 15 a 17 anos 42% sem escola, obrigatória por lei de 2009.
Analfabetos negros o dobro de brancos;
Ensino Médio 58,7% – brancos, 39,3%, negros;
Superior: brancos 19,8%, 6,9% negros.
7 – Trabalho-estudo: Rapazes trabalham e estudam 26,5%, moças 17%; Rapazes trabalham e não estudam 11,4%, mocas 5%.
8 – Estruturação familiar: Maioria de jovens é solteira; 30,7% chefes de família, maioria mulheres; crescem as casadas e mães que trabalham.
9 – Mortalidade violenta de jovens é de 40%, dos adultos 2%.
10 – Consumo de drogas: de 1990 a 2000 a maconha aumentou de 2,8%, da cocaína 400%
11 – Exclusão digital: 65% domicílios não têm computador, 73% sem acesso à internet; os que têm 90% classe A, 65% B, 24% C, D e E 30%
12 – Direito a rede: Sendo meios de relação e produção todo cidadão tem direito à rede e o governo deve garantir acesso igual para todos.
13 – Riscos: 46% dos jovens paulistanos não são fiscalizados pelos pais; 60% já marcaram encontro com desconhecidos.
Ideologias contra a vida: grupos que defendem a violência; Vigorexia, drogas para aumentar volume dos músculos;
Anorexia, obsessão pelo excesso de peso, evitado com drogas e dietas; Bulling agressão física ou verbal com humilhação ou intimidação.
JULGAR
(da página 47 a 84 de Texto Base da CF)
A Palavra de Deus, manifestação da vida, amor, justiça e verdade, desvenda ou “julga” morte, injustiça ou mentira.
2 – Cresce a consciência missionária do jovem no serviço voluntário e missionário.
3 – Os jovens organizam-se motivados pela música, dançam, 50% usam internet diariamente para estudos e relacionamento.
4 – Renda da família: 30% até meio SM; 53,7% entre meio e dois SM; 15,7% mais de dois SM.
5 – Moradia: 84,3% urbana, 15,2% rural; da urbana 48,7% inadequada; da urbana 66,9% negra. Muitos negros vivem em povos quilombolas.
6 – Escolaridade: de 15 a 17 anos 42% sem escola, obrigatória por lei de 2009.
Analfabetos negros o dobro de brancos;
Ensino Médio 58,7% – brancos, 39,3%, negros;
Superior: brancos 19,8%, 6,9% negros.
7 – Trabalho-estudo: Rapazes trabalham e estudam 26,5%, moças 17%; Rapazes trabalham e não estudam 11,4%, mocas 5%.
8 – Estruturação familiar: Maioria de jovens é solteira; 30,7% chefes de família, maioria mulheres; crescem as casadas e mães que trabalham.
9 – Mortalidade violenta de jovens é de 40%, dos adultos 2%.
10 – Consumo de drogas: de 1990 a 2000 a maconha aumentou de 2,8%, da cocaína 400%
11 – Exclusão digital: 65% domicílios não têm computador, 73% sem acesso à internet; os que têm 90% classe A, 65% B, 24% C, D e E 30%
12 – Direito a rede: Sendo meios de relação e produção todo cidadão tem direito à rede e o governo deve garantir acesso igual para todos.
13 – Riscos: 46% dos jovens paulistanos não são fiscalizados pelos pais; 60% já marcaram encontro com desconhecidos.
Ideologias contra a vida: grupos que defendem a violência; Vigorexia, drogas para aumentar volume dos músculos;
Anorexia, obsessão pelo excesso de peso, evitado com drogas e dietas; Bulling agressão física ou verbal com humilhação ou intimidação.
JULGAR
(da página 47 a 84 de Texto Base da CF)
A Palavra de Deus, manifestação da vida, amor, justiça e verdade, desvenda ou “julga” morte, injustiça ou mentira.
- Rebeca (Gn 24), jovem que seguindo inspiração divina, deixa terra e família e casa com Issac; livre da esterilidade, deu a luz Esaú e Jacó.
- José (Gn 37-46), um dos 12 filhos de Jacó, vendido por seus irmãos, vence a sedução da mulher de Putifar (cf. Gn 41,1-57) chega a Primeiro – Ministro do Egito, acolhe, perdoa e salva a seus irmãos.
- Samuel (I Sm 16,1-13), instruído pelo servo de Deus Heli, segue a vocação divina respondendo: “Fala, Senhor, que teu servo escuta”.
- Davi, o menor dos filhos de Jessé (cf I Sm 16,1-13), ungido rei de Israel pelo profeta Samuel, vence o gigante Golias (cf. I Sm 17).
- Salomão, jovem rei, pede a Deus a sabedoria para governar com justiça. (cf. I Rs 3,4-28) Modelo hoje a seguir no serviço à cidadania.
- Os sete irmãos jovens do 2º Livro dos Macabeus (7,1-42) dão sua vida testemunhando a fé em Deus e na vida eterna.
- Ester, bela jovem casa com o rei Assuero (cf Est 2,7) e liberta seu povo da morte (cf. Est 8-9)
- Isaías segue a vocação divina respondendo “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8); é um dos quatro grandes profetas, chamado 5º evangelista.
- Jesus, “o Verbo de Deus se fez homem e habitou entre nós” (Jo 1,14) para sermos mais humanos; “Crescia em sabedoria, idade e graça” (Lc 2,52) Para aliviar sofrimentos faz milagres, valorizando mais a vida e saúde que os ritos e normas (cf. Mt 15,20); escolhe jovens, tem compaixão do filho pródigo (cf. Lc 15,11-24); em tempos da mulher inferior, se faz acompanhar de grupo de mulheres (cf. Lc 8,1-3); quando a criança não tinha relevância (cf.Mt 15,38) diz necessário se tornar criança para entrar no Reino do Céu (cf. Mc 10,13-16); não discrimina os publicanos e pecadores (cf Mt 9,9-10), coloca como modelos os “impuros” samaritanos (cf; Lc 10-33).
Atitudes para hoje: vive em comunhão com o Pai (cf. Jo 6,38), é autêntico e coerente (cf Lc 4,22), acolhe, tem compaixão, sabe perdoar (cf. Mt 18,21; Jo 8,3-11); tem senso de diálogo (cf. Lc 9,49-50). Prega Boa Nova do Evangelho (Lc 4,18-19), as bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-11) o amor a todos, até aos inimigos (cf. Mt 5,44)
- Maria, presença educativa: Aceita a proposta de Deus, ser sua mãe (cf. Lc 1,38); na visita a prima Isabel canta a queda dos poderosos e exaltação dos humildes (cf Lc 1,39-32), é bem-aventurada porque acolhe a Palavra de Deus e a põe em prática (Lc 8,21), sensível às necessidades em Cana (Jo 2,3); acompanha a Jesus até a morte (Jo 19,25), está em Pentecostes, nascimento da Igreja (cf. At 1,14)
- Apóstolos: João acompanha a Jesus até a cruz, recebe a Maria como mãe (Jo 19,26), testemunha a ressurreição (Jo 20,8); Pedro “deixando tudo o seguiu” (cf. Mc 1,18) confessa fé em Jesus e é colocado como pedra da Igreja (cf. Mt 16,18); Paulo, não conheceu a Jesus, mas convertido a caminho de Damasco (cf. At. 9,4-5), ajudado de Barnabé prega entre os pagãos (cf. At 15,7)
- Jovens na Igreja, viveram e testemunharam sua fé: São Sebastião, oficial do exército romano dá a vida pela fé; Santa Inês com apenas 13 anos é mártir da castidade; São Domingos Sábio, italiano discípulo de São João Bosco, com apenas 15 anos é modelo de estudante, catequista, alegre. Morre 9/03/1857.
- O Encontro com Jesus é fundamental. Os discípulos procuram a Jesus: “Mestre, onde moras? “Vinde e vede… e ficaram com ele” (Jo 38-39)
- É um convite pessoal: “Vem e segue-me” (Lc 18,22). Não de doutrinas, valores do Reino: vida “Para que todos tenham vida” (Jo10,10). Respeito e dignidade, cura os cegos (cf. Mt 8,22). e leprosos (cf. Mt 11,5), restituindo-os à sociedade.
- O discípulo recebe a missão de Jesus: “Como o pai me enviou assim também eu vos envio” (Jo 21,21) “Ide pregai o Evangelho” (Mc 16,15)
Com a missão dá seu poder de curar, purificar leprosos e ressuscitar (Mt 10,8). Identifica-se com os menores (cf. Mt 25,40)
- O jovem assume a missão de Jesus levando a boa notícia do Evangelho, “Ide, pregai o Evangelho a toda criatura” (Mt 16,15), na solidariedade do bom samaritano (cf. Lc 10,33), no amor, “amai-vos como eu vos amei” (Jo 13,34), na vida “para que todos tenham vida”(Jo 10,10).
A Igreja faz “opção preferencial pelos jovens” (Conferência de Puebla, 1979 N. 1186) hoje renovada na CF 2013 e na JMJ com Benedito XVI.
AGIR
(da página 85 a 120 do Texto Base da CF)
Fé e religião sempre são de promessas, de futuro melhor, boa nova, Evangelho, salvação, têm espírito jovem. “Para levar a boa nova aos pobres”(cf. Lc 4,18) João Paulo II nos convoca a uma Nova evangelização, “novas expressões, novos métodos, novo ardor missionário”.
Conversão pastoral, avaliar, mudar as estruturas obsoletas da Igreja para gerar discípulos missionários. Buscar a razão de ser cristãos hoje.
- José (Gn 37-46), um dos 12 filhos de Jacó, vendido por seus irmãos, vence a sedução da mulher de Putifar (cf. Gn 41,1-57) chega a Primeiro – Ministro do Egito, acolhe, perdoa e salva a seus irmãos.
- Samuel (I Sm 16,1-13), instruído pelo servo de Deus Heli, segue a vocação divina respondendo: “Fala, Senhor, que teu servo escuta”.
- Davi, o menor dos filhos de Jessé (cf I Sm 16,1-13), ungido rei de Israel pelo profeta Samuel, vence o gigante Golias (cf. I Sm 17).
- Salomão, jovem rei, pede a Deus a sabedoria para governar com justiça. (cf. I Rs 3,4-28) Modelo hoje a seguir no serviço à cidadania.
- Os sete irmãos jovens do 2º Livro dos Macabeus (7,1-42) dão sua vida testemunhando a fé em Deus e na vida eterna.
- Ester, bela jovem casa com o rei Assuero (cf Est 2,7) e liberta seu povo da morte (cf. Est 8-9)
- Isaías segue a vocação divina respondendo “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8); é um dos quatro grandes profetas, chamado 5º evangelista.
- Jesus, “o Verbo de Deus se fez homem e habitou entre nós” (Jo 1,14) para sermos mais humanos; “Crescia em sabedoria, idade e graça” (Lc 2,52) Para aliviar sofrimentos faz milagres, valorizando mais a vida e saúde que os ritos e normas (cf. Mt 15,20); escolhe jovens, tem compaixão do filho pródigo (cf. Lc 15,11-24); em tempos da mulher inferior, se faz acompanhar de grupo de mulheres (cf. Lc 8,1-3); quando a criança não tinha relevância (cf.Mt 15,38) diz necessário se tornar criança para entrar no Reino do Céu (cf. Mc 10,13-16); não discrimina os publicanos e pecadores (cf Mt 9,9-10), coloca como modelos os “impuros” samaritanos (cf; Lc 10-33).
Atitudes para hoje: vive em comunhão com o Pai (cf. Jo 6,38), é autêntico e coerente (cf Lc 4,22), acolhe, tem compaixão, sabe perdoar (cf. Mt 18,21; Jo 8,3-11); tem senso de diálogo (cf. Lc 9,49-50). Prega Boa Nova do Evangelho (Lc 4,18-19), as bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-11) o amor a todos, até aos inimigos (cf. Mt 5,44)
- Maria, presença educativa: Aceita a proposta de Deus, ser sua mãe (cf. Lc 1,38); na visita a prima Isabel canta a queda dos poderosos e exaltação dos humildes (cf Lc 1,39-32), é bem-aventurada porque acolhe a Palavra de Deus e a põe em prática (Lc 8,21), sensível às necessidades em Cana (Jo 2,3); acompanha a Jesus até a morte (Jo 19,25), está em Pentecostes, nascimento da Igreja (cf. At 1,14)
- Apóstolos: João acompanha a Jesus até a cruz, recebe a Maria como mãe (Jo 19,26), testemunha a ressurreição (Jo 20,8); Pedro “deixando tudo o seguiu” (cf. Mc 1,18) confessa fé em Jesus e é colocado como pedra da Igreja (cf. Mt 16,18); Paulo, não conheceu a Jesus, mas convertido a caminho de Damasco (cf. At. 9,4-5), ajudado de Barnabé prega entre os pagãos (cf. At 15,7)
- Jovens na Igreja, viveram e testemunharam sua fé: São Sebastião, oficial do exército romano dá a vida pela fé; Santa Inês com apenas 13 anos é mártir da castidade; São Domingos Sábio, italiano discípulo de São João Bosco, com apenas 15 anos é modelo de estudante, catequista, alegre. Morre 9/03/1857.
- O Encontro com Jesus é fundamental. Os discípulos procuram a Jesus: “Mestre, onde moras? “Vinde e vede… e ficaram com ele” (Jo 38-39)
- É um convite pessoal: “Vem e segue-me” (Lc 18,22). Não de doutrinas, valores do Reino: vida “Para que todos tenham vida” (Jo10,10). Respeito e dignidade, cura os cegos (cf. Mt 8,22). e leprosos (cf. Mt 11,5), restituindo-os à sociedade.
- O discípulo recebe a missão de Jesus: “Como o pai me enviou assim também eu vos envio” (Jo 21,21) “Ide pregai o Evangelho” (Mc 16,15)
Com a missão dá seu poder de curar, purificar leprosos e ressuscitar (Mt 10,8). Identifica-se com os menores (cf. Mt 25,40)
- O jovem assume a missão de Jesus levando a boa notícia do Evangelho, “Ide, pregai o Evangelho a toda criatura” (Mt 16,15), na solidariedade do bom samaritano (cf. Lc 10,33), no amor, “amai-vos como eu vos amei” (Jo 13,34), na vida “para que todos tenham vida”(Jo 10,10).
A Igreja faz “opção preferencial pelos jovens” (Conferência de Puebla, 1979 N. 1186) hoje renovada na CF 2013 e na JMJ com Benedito XVI.
AGIR
(da página 85 a 120 do Texto Base da CF)
Fé e religião sempre são de promessas, de futuro melhor, boa nova, Evangelho, salvação, têm espírito jovem. “Para levar a boa nova aos pobres”(cf. Lc 4,18) João Paulo II nos convoca a uma Nova evangelização, “novas expressões, novos métodos, novo ardor missionário”.
Conversão pastoral, avaliar, mudar as estruturas obsoletas da Igreja para gerar discípulos missionários. Buscar a razão de ser cristãos hoje.
Superar dualismo incoerente fé e vida. Conversão interna do coração e externa dos métodos na linguagem e tecnologia também mediática.
O sentido da vida não pode mais ser entendido como princípio a priori a aderir por tradição ou imposição. Se testemunha, não se implanta.
Testemunhar que o ser humano e todo ser humano é depois de Deus, o mais sagrado com sua dignidade, direitos e deveres.
Diálogo ecumênico com os cristãos de outras igrejas e inter-religioso com os não cristãos, sempre com respeito e valorização do outro.
Diálogo ecumênico com os cristãos de outras igrejas e inter-religioso com os não cristãos, sempre com respeito e valorização do outro.
Mostrar entusiasmo por pertencer à Igreja, participando ativamente de sua missão.
Criar relações afetivas e efetivas na vida comunitária, com amor, serviço de caridade aos marginados e carentes e superação de divergências.
Convocar o voluntariado jovem para projetos missionários , preparação da Crisma ou para a Jornada Mundial da Juventude.
Pe. Lorenzo Arbeloa – ss.cc.
Pe. Lorenzo Arbeloa – ss.cc.
São Tomás de Aquino
São Tomás de Aquino, grande santo e doutor da Igreja, diz na Suma Teológica que "a virtude está no meio". Por isso, começo o boletim com esta frase para refletirmos sobre a virtude da temperança. Neste final de semana começa oficialmente o Carnaval e já recebo muitos pedidos de oração de mães e avós por seus filhos e netos.
Tem-se a impressão de que neste período tudo é permitido, tudo é válido. Mas não podemos nos esquecer de que tudo tem consequências. Portanto, sempre oriento que evitem o que causa a "ressaca moral", ou seja, todas as ações que possam causar arrependimento.
Para evitar a "ressaca moral" é importante exercitar a virtude da temperança, que procura o equilíbrio no uso dos bens criados, assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos dentro dos limites da honestidade (CIC 1809). É uma virtude que nos ajuda a viver fraternalmente, vendo o outro como um irmão realmente.
Finalizo a mensagem de hoje pedindo a intercessão de Nossa Senhora de Lourdes, celebrada na próxima segunda-feira (11 de fevereiro), para que todos vivam o Carnaval de forma saudável, tanto física, afetiva como espiritualmente.
Deus abençoe você,
Padre Reginaldo Manzotti
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Semana Santa
Jesus, como todos sabem é o filho de Deus, que foi enviado para a terra para dar esperança e acrescentar a fé nos corações das pessoas, através de conselhos e maravilhosas obras sempre salvando a humanidade da condenação ao ser crucificado e morto de forma injusta, porém ressuscitando no terceiro dia para se juntar a seu pai em seu reinado de glória.
A semana Santa oferece uma celebração que remete aos principais feitos envolvendo a trajetória de Jesus Cristo. Em 2013 ela vem celebrada nos dias 24 e 31 de março. Uma celebração bastante importante para a Igreja Católica, sendo assim que cada dia possui um significado. Estes significados que começam pelo Domingo de Ramos, fazendo memória a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, onde ele é recebido como o grande rei da cidade, com ramos de palmeiras, daí que surgiu o nome deste tia e por este motivo durante as celebrações diversos fiéis devem levar as procissões ramos de palmeiras ou oliveiras.
Jesus vai á Jerusalém para celebrar a páscoa judaica com seus discípulos e a última celebração de onde Jesus participa. A segunda feira santa é o segundo dia que vem depois do domingo de ramos, na terça feira santa devem ser celebradas pelos católicos as sete dores de Nossa Senhora Virgem Maria que fazem alusão ás 7 tristezas onde Maria, mãe de Jesus passou.
É um dia considerado de penitência onde os cristãos procuram cumprir as promessas de vários tipos. Durante a Quarta Feira santa deverá ocorrer a celebração da piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos, que nada mais é do que a invocação e devoção pela igreja católica a Jesus Cristo e Nossa Senhora das Dores, uma santa que também é celebrada durante a Semana Santa.
Algumas outras igrejas celebram também o chamado Ofício das Trevas, que nessa época que a morte de Jesus vinha próxima o mundo se encontrava em trevas. Já na quinta feira da ceia deve acontecer a celebração do Crisma onde são abençoados os óleos utilizados durante o batismo, a crisma e a unção dos enfermos. Já no mesmo dia devem ser lembrados os gestos de Jesus antes de Judas o entregar aos inimigos onde na mesma noite é preso e interrogado
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013
ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013
Tema: Fraternidade e Juventude
Lema: "Eis-me aqui, envia-me" (Is 6,8)
Pai santo, vosso Filho Jesus,
conduzido pelo Espírito
e obediente à vossa vontade,
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,
tornai-nos missionários
a serviço da juventude.
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,
enviai-nos, Senhor;
para ser presença geradora de fraternidade,
enviai-nos, Senhor;
para ser profetas em tempo de mudança,
enviai-nos, Senhor;
para promover a sociedade da não violência,
enviai-nos, Senhor;
para salvar a quem perdeu a esperança,
enviai-nos, Senhor;
para ...
Oração a São Brás
Protetor das doenças da garganta – (3 de fevereiro)
Ó glorioso São Brás, que restituístes com uma breve oração a perfeita saúde a um menino que, por uma espinha de peixe atravessada na garganta, estava prestes a expiar, obtende para nós todos a graça de experimentarmos a eficácia do vosso patrocínio em todos os males da garganta.
Conservai a nossa garganta sã e perfeita para que possamos falar corretamente e assim proclamar e cantar os louvores de Deus.
A bênção de São Brás: “Por intercessão de São Brás, Bispo e Mártir, livre-te Deus do mal da garganta e de qualquer outra doença. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém”.
Novena a São Brás
Novena a São Brás
Oração preparatória
Todo poderoso eterno Senhor,
Com fé revivida reverencio Vossa Divina Majestade prostrado a vossos pés invoco com filial confiança na Vossa Suprema bondade e misericórdia
Com fé revivida reverencio Vossa Divina Majestade prostrado a vossos pés invoco com filial confiança na Vossa Suprema bondade e misericórdia
Iluminai a escuridão do meu intelecto com os raios de Vossa sagrada luz e inflama meu coração com o fogo do Seu divino amor, de modo que eu possa ao menos tentar imitar as virtudes e os méritos do Santo, que em sua honra eu faço esta novena e seu exemplo devo seguir , e como ele a vida de Vosso divino Filho
Para Vossa maior gloria e salvação de minha alma Amem.
Para Vossa maior gloria e salvação de minha alma Amem.
Oração em honra de São Brás
O Deus, nos proteja através da intercessão do Vosso santo Bispo e mártir, São Brás, de todos os males da lama e do corpo especialmente os males da garganta e nos dê a graça de fazer uma boa confissão na confiança na esperança de obter o Vosso perdão e para sempre louvar o Vosso santo nome.
Tudo isto através de Vosso filho Jesus cristo nosso Rei. Amem.
Invocação a São Brás
São Brás, gracioso benfeitor da humanidade e fiel servo de Deus, e que pelo Seu amor sofreu muitas torturas com paciência e resignação ,Eu invoco sua poderosa proteção meu querido São Brás. Me preserve dos males da alma e do corpo. Pelos sua graça e pelos seus méritos Deus te deu o Dom de uma graça especial para ajudar aqueles que sofrem dos males da garganta, assim me proteja desses males de modo que eu possa cumprir os meus deveres e com a ajuda e a graça do Senhor praticar boas ações. Eu invoco sua especial ajuda com medico de almas, de modo que eu possa me confessar piamente e verdadeiramente merecer o santo sacramento da Penitencia e obter o perdão. Eu recomendo Tua misericordiosa intercessão também aqueles que desafortunadamente esconderam seus pecados em uma falsa confissão e obtenha a especial graça para que eles se confesse e se acusem sinceramente
Com contrição e consigam fazer uma Santa Comunhão e que consigam receber o perdão de todos os pecado já cometidos e escondidos com o sacrilégio das confissões e comunhões sacrílegas feitas até esta hora sejam tambem perdoados e que eles recebam o perdão do Senhor e a remissão do castigo eterno. Amem.
Oração final
Oração final
Meus Deus e meu Senhor
Eu ofereço a Vós meu pedido em união com a Paixão de Jesus Cristo Vosso Filho, junto com o méritos da Sua Imaculada Mãe, Maria, sempre Virgem e todos os santos particularmente o Santo Ajudante Brás, em cuja honra eu faço esta novena.
Olhai para mim Senhor caritativo. Me derrame Vossa graça e Vosso amor
E graciosamente dignai-vos a atender as minhas preces. Amem
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Novena de São Sebastião
Oração para todos os dias
São Sebastião, rogai por nós.
São Sebastião, rogai por nós.
São Sebastião, rogai por nós.
Ó glorioso mártir São Sebastião, Vós que derramastes Vosso sangue e destes a Vossa vida em testemunho da fé, em Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ó glorioso mártir São Sebastião, alcançai deste mesmo Senhor, a graça de sermos vencedores dos nossos verdadeiros inimigos, o ter, o poder e o prazer.
Ó glorioso mártir São Sebastião, protegei com a Vossa intercessão, livrai-nos de todo o mal, de toda a epidemia corporal, moral e espiritual. Fazei que se convertam para Jesus aqueles que se perderam na fé, ajudai que o justo persevere até o fim na fé.
Ó Deus eterno, que pela intercessão de São Sebastião Vosso glorioso mártir, encorajastes os cristãos encarcerados e livrastes cidades inteiras do contágio da peste, atendei hoje nossas súplicas que confiantes Vos apresentamos.
Socorrei-nos em nossas necessidades, alivie-nos nas nossas angústias, livre-nos das enchentes, proteja os agricultores, guarde as lavouras.
Pedimos também, ó glorioso São Sebastião, curai os doentes e livrai-nos do contágio.
São Sebastião, jovem discípulo de Jesus, rogai por Nós!
São Sebastião, jovem discípulo de Jesus, rogai por Nós!
São Sebastião, jovem discípulo de Jesus, rogai por Nós!
Amém.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Oração para a Quaresma
Pai nosso,
que estais no Céu,
durante esta época
de arrependimento,
tende misericórdia de nós.
Com nossa oração,
nosso jejum
e nossas boas obras,
transformai
o nosso egoísmo
em generosidade.
Abri nossos corações
à vossa Palavra,
curai as nossas feridas do pecado,
ajudai-nos a fazer o bem neste mundo.
Que transformemos a escuridão
e a dor em vida e alegria.
Concedei-nos estas coisas
por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Amém!!!!
Oração para o começo do ano....
A vida passa depressa, Senhor,
o tempo corre veloz.
Os dias sucedem-se ininterruptamente.
A vida é cada vez mais agitada.
Não há tempo para mais nada.
É preciso correr para acompanhar.
Mas hoje queremos parar um instante
para falar convosco, Senhor,
pois um ano novo
é uma etapa nova que começa.
Hoje os nossos pensamentos
são de gratidão:
seria difícil enumerar os benefícios
recebidos até o dia de hoje.
Queremos também pedir perdão,
pois nem sempre levamos a vida a sério.
Muitas vezes deixamos de cumprir
as nossas obrigações.
Falhamos tremendamente
nas relações com os outros.
Perdoai-nos, Senhor.
Com o começo do novo ano
queremos iniciar uma vida nova,
uma vida mais autêntica
e mais sincera.
Acompanhai-nos, Senhor,
em cada dia.
Firmai nossos passos
no caminho do bem.
Derramai a paz e o amor
nos nossos corações
para que possamos construir
um mundo novo,
onde reine a paz,
a justiça e a fraternidade,
onde se luta
para acabar com a miséria,
para aliviar os sofrimentos alheios.
Assim, a vossa presença
marcará cada vez mais o nosso mundo.
Fortalecei-nos, Senhor,
na luta e guiai-nos hoje e sempre. Amém.
o tempo corre veloz.
Os dias sucedem-se ininterruptamente.
A vida é cada vez mais agitada.
Não há tempo para mais nada.
É preciso correr para acompanhar.
Mas hoje queremos parar um instante
para falar convosco, Senhor,
pois um ano novo
é uma etapa nova que começa.
Hoje os nossos pensamentos
são de gratidão:
seria difícil enumerar os benefícios
recebidos até o dia de hoje.
Queremos também pedir perdão,
pois nem sempre levamos a vida a sério.
Muitas vezes deixamos de cumprir
as nossas obrigações.
Falhamos tremendamente
nas relações com os outros.
Perdoai-nos, Senhor.
Com o começo do novo ano
queremos iniciar uma vida nova,
uma vida mais autêntica
e mais sincera.
Acompanhai-nos, Senhor,
em cada dia.
Firmai nossos passos
no caminho do bem.
Derramai a paz e o amor
nos nossos corações
para que possamos construir
um mundo novo,
onde reine a paz,
a justiça e a fraternidade,
onde se luta
para acabar com a miséria,
para aliviar os sofrimentos alheios.
Assim, a vossa presença
marcará cada vez mais o nosso mundo.
Fortalecei-nos, Senhor,
na luta e guiai-nos hoje e sempre. Amém.
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