...* Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor *...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
A intercessão dos santos.......
A intercessão dos santos é um tema que gera muitas dúvidas. Por isso, especialmente hoje, abordo aqui este assunto. O Catecismo da Igreja Católica diz: "Eles (os santos) não deixam de interceder por nós ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio" (CIC 956). O texto explica que Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e os homens (1Tm 2,5). Todas as graças e milagres não vêm dos santos e sim de Deus. No livro "20 Passos para a Paz Interior" explico que na teologia existe o que chamamos de Mysterim Lunae. Ou seja, Maria e todos os santos brilham como a lua, pois não resplandecem por luz própria, apenas refletem a luz de Cristo. Portanto, não devemos ter receio de rezar pedindo a intercessão dos santos. A Igreja Católica deixa bem claro como devemos nos relacionar com eles. Ainda, no mesmo livro, explico os três tipos de culto: latria, que quer dizer adorar (é o culto reservado a Deus); dulia, que tem o sentido de honrar (especial aos santos); e o hiperdulia, que está acima do culto de honra, sem atingir o de adoração (este é reservado somente a Maria Santíssima, como Mãe de Deus). Que Deus nos abençoe e que Nossa Senhora e todos santos intercedam por nós, amém.
Padre Reginaldo Manzotti
quinta-feira, 12 de abril de 2012
E eis que Deus decide fazer novas todas as coisas (cf. Is 65,17)
Naquele belo poema que ouvimos na vigília pascal, o autor do livro do Génesis recorda-nos a obra da Criação e acaba-o contemplando: «Assim foram terminados os céus e a terra… No sétimo dia, Deus repousou de todo o trabalho por Ele realizado» (Gn 2, 1-2). É o shabbat, o dia do Senhor, o dia em que, segundo a antiga Lei, ninguém deveria trabalhar, «nem tu, nem os teus filhos e filhas, nem o teu escravo ou escravo… nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas» (Dt 5,14). Todos somos chamados a parar, diante das maravilhas da obra do Senhor Deus. E eis que Deus decide fazer novas todas as coisas (cf. Is 65,17). Na sua bondade infinita, na sua misericórdia, perante o homem infiel e esmagado pelos seus pecados, Deus decide enviar o Seu Filho, o Verbo eterno, Jesus, Filho do homem e Filho de Deus, encarnado, morto e ressuscitado por nós e para nossa salvação. É um novo “primeiro dia”, em que Deus diz outra vez «Faça-se luz!» (Gn 1,3), não a luz que destruiu o caos inicial mas a luz sem fim, a luz que brilhará para sempre (cf. Ap 21,23). É a nova Criação que se inicia. «Este é o dia que o Senhor fez», diz o Salmo 118 (Sl 118-117,24) que cantamos ao longo de toda a semana pascal. Contudo, nesta nova Criação, nós não somos apenas a mais bela manifestação do poder do Criador («Deus viu que era muito bom», Gn 1,31), mas fazemos parte do projeto. «Corpo de Cristo» (1 Co 12,27), «mortos e ressuscitados» com Cristo (cf. Rm 6,4), somos também atores desta salvação universal. A liturgia oferece-nos cinquenta dias “dos nossos” para contemplarmos este “dia do Senhor”, para meditarmos e vivermos esta pertença – cinquenta dias de Páscoa! Animemo-nos uns aos outros para encontrarmos a nossa resposta pessoal a viver este apelo de anunciarmos a luz da Ressurreição, de nos tornarmos caminho de paz e de salvação para todos os homens e mulheres «por Deus amados» (cf. Lc 2,14).
Com os votos de um tempo pascal muito fecundo,
a equipe de Evangelizo em língua portuguesa
terça-feira, 10 de abril de 2012
Escolha a vida......
O Supremo Tribunal Federal está prestes a julgar uma das causas mais polêmicas que habitam seus escaninhos: o aborto de meroanencefalia (meros = parte), comumente denominado anencéfalo. E esta polêmica se justifica pelo fato de que este tema envolve aspectos médicos, jurídicos, sociais e culturais. Além disso, as decisões que aqueles que têm a responsabilidade de bem interpretar a “Constituição Cidadã” terão consequências na história, na compreensão do valor que uma sociedade dá à vida. Realmente é uma gravíssima situação. Primeiramente, vale esclarecer que a anencefalia é caracterizada pela ausência dos ossos do crânio, com exceção do osso frontal, com má formação (ou ausência) dos hemisférios cerebrais. A criança nasce com vida, contudo, há curta expectativa de vida extrauterina, embora se tenha notícias de maior durabilidade em alguns casos. E aqui reside um aspecto relevante para a abordagem do assunto. O anencéfalo possui vida porque há atividade encefálica, atividade esta que deve cessar para que seja declarada a morte do paciente. Além disso, a criança portadora de anencefalia apresenta atividade respiratória, inclusive sem uso de aparelhos, o que reforça a caracterização da vida. Dessa forma, a antecipação do parto de anencéfalos, como tratado no processo em trâmite no STF, se assemelha ao aborto porque se abrevia a expectativa de vida do nascituro. A propósito, outro aspecto importante é que o ordenamento jurídico pátrio atribui personalidade civil e direitos ao nascituro, como preceitua o Código Civil Brasileiro. Portanto, a legislação brasileira não permite que esses direitos sejam cessados por ato voluntário e arbitrário de quem quer que seja, sob pena de se sujeitar às sanções penais. Na mesma linha corroborada pelo Código Civil, a própria Constituição Federal enuncia a vida como um direito fundamental, como esculpido no “caput” do artigo 5º. E é fato que nos casos de anencefalia há vida intrauterina, a qual, repise-se, não pode ser cessada ou abreviada por circunstâncias arbitrárias. Também a Convenção sobre os Direitos da Criança reconhece a necessidade de proteção legal à criança, antes e depois do nascimento, amparando a vida intrauterina, característica nos casos de anencéfalos. Com efeito, a antecipação do parto dessa natureza se distancia da proteção à criança, de que trata essa Convenção. Finalmente, é importante ressaltar que a curta expectativa de vida não permite se dispor dos demais direitos do anencéfalo, inclusive o direito à vida, como estabelecido pela Carta Magna. Dessa forma, por todos esses motivos, a antecipação do parto de anencéfalos se distancia de todas as bases e parâmetros sobre os quais foram construídas as normas que regem o Estado Democrático de Direito. Mesmo sabendo que nem tudo aquilo que é legal é moral, colocamos diante da sociedade a preocupação com o direcionamento que tem sido dado à sociedade em certos tipos de legislação que, sem dúvida, terá consequências históricas em nossa cultura. A opção por uma cultura de morte ou de vida vai depender dessas decisões. Olhamos com carinho para as mães que sabemos acabam entrando nessa história levadas pelas pressões atuais, e acabam sofrendo muito mais com esse atentado em suas vidas. Para nós, cristãos e católicos, será triste ver vencer uma cultura de morte justamente na semana da oitava da Páscoa, quando falamos e anunciamos exatamente o contrário – a vida que vence a morte! Espero que uma história bem imparcial julgue, no futuro, os passos que hoje estão direcionando nossa sociedade.
Dom Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Páscoa é uma festa de família....
Que conceito bonito este de que a família é a Igreja doméstica:
"Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hostil à fé, as famílias cristãs são de importância primordial, como lares de fé viva e irradiante. Por isso, o Concilio Vaticano II chama a família, usando uma antiga expressão, de “Eclésia domestica”. É no seio da família que os pais são 'para os filhos, pela palavra e pelo exemplo... os primeiros mestres da fé. E favoreçam a vocação própria a cada qual, especialmente a vocação sagrada'” (Catecismo da Igreja Católica, n° 1656).
O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de “Igreja doméstica”, comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã (Catecismo da Igreja Católica, n° 1666).
Os pais são os primeiros a transmitir a fé, os valores cristãos e universais e uma boa educação para os filhos. Pai e mãe são mestres da vida, pela palavra e pelo exemplo eles nos ensinam coisas que vamos levar para a vida toda, que irão influenciar as nossas escolhas e, principalmente, formar a nossa consciência do bem e do mal. Serão os primeiros catequistas, que, muito mais do que ensinar, irão transmitir pela prática, porque os filhos os verão fazendo.
Eu mesmo poderia dizer da minha mãe e da minha avó quando as via rezar o terço diante da imagem de Nossa Senhora: “Era uma santa ouvindo o que a outra santa dizia!” Meus pais imprimiram em mim muito mais do que traços biológicos e heranças hereditárias, qualidades e defeitos e o desejo de um futuro brilhante. Eles fizeram com que eu experimentasse o amor de Deus e a graça da fé. Quando ainda era criança, sem que eu entendesse, me deram um banho de Água Viva, que me fez nascer de novo e me enxertou em Cristo Jesus. Dando-me assim o Dom da imortalidade e a graça de pertencer a uma família muito grande: a Igreja!
Como explicar para as nossas crianças e jovens que, na Páscoa, o mais importante é a festa da vida que vence a morte? Que Cristo verdadeiramente foi morto numa cruz e que, por aceitar morrer assim, Ele nos libertou do pecado e nos salvou pela Sua Ressurreição? A Páscoa é uma festa de família, porque viver ressuscitado é saboroso como o chocolate, é cheio de vida como o ovo e é tão fecundo como um casal de coelhinhos. É preciso ter a coragem de celebrar a fé em família e ensinar o verdadeiro sentido de ser cristão.
Celebrar a Páscoa é renascer com Cristo ressuscitado, é passar da morte para a vida, é vencer o pecado e a morte. É também celebrar a vida com o sabor de um ovo de chocolate e mostrar ao mundo que o cristão precisa ser como o coelho: fecundo em virtudes, amor e santidade. É arrumar uma ceia e acender uma vela para convidar os amigos e parentes para se iluminarem com a luz de nossa fé. Uma fé que nasce e renasce constantemente no seio de nossas famílias. É ser criativo e pedir ao Espírito Santo que grave em nossos corações a Graça e o verdadeiro sentido dos símbolos pascais:
O Círio Pascal: Representa o Cristo Ressuscitado, que deixou o túmulo, radioso e vitorioso. Na vela pascal ficam gravadas as letras Alfa e Ômega, significando que Deus é o princípio e o fim. Os algarismos do ano também ficam gravados no Círio Pascal. Nas casas cristãs é comum o uso da vela no centro da mesa no almoço de Páscoa.
O ovo, aparentemente morto, é o símbolo da Vida que surge repentinamente, destruindo as paredes externas e irrompendo com a vida. Simboliza a Ressurreição.
O Cordeiro: Na Páscoa da antiga Aliança, era sacrificado um cordeiro. No Novo Testamento, a vítima pascal é Jesus Cristo, chamado Cordeiro Pascal.
O Coelho: Símbolo da rápida e múltipla fecundidade da Igreja, que está espalhada por toda a parte, reproduzindo fiéis: há um número incalculável de filhos de Deus, frutos da Graça da Ressurreição.
O Trigo e a Uva: Simbolizam o pão e o vinho da Santa Missa e, por seu grande significado com a Trindade Santa, traduzem, por excelência, o símbolo Pascal. Para a ornamentação da mesa de Páscoa, nada mais indicado que um centro feito com uvas e trigo, entre cestas de pães e jarras de vinho.
O peixe é o mais antigo dos símbolos de Cristo. Se Cristo é o Grande Peixe, somos os peixinhos de Cristo. Isso quer dizer que devemossempre viver mergulhados na Graça de Cristo e na Vida Divina,trazidas a nós pela água do batismo, momento em que nascemos espiritualmente, como os peixinhos nascem dentro d’água.
Cristo ressuscitou, ressuscitou verdadeiramente ALELUIA!!!
FELIZ PÁSCOA!
Padre Luizinho.
Páscoa "Ressurreição de Cristo"...Vida Nova...
Estamos na Semana Santa, nos preparando para a Páscoa, a maior festa cristã. "Deus manifestou sua força em Cristo, quando ressuscitou dos mortos" (Ef 1,20). E é essa força que nos deve encher de esperança neste tempo de festa. Quando Jesus ressuscitou, Ele fez nova todas as coisas e refez toda a criação. O Catecismo da Igreja Católica diz que há um duplo aspecto no Mistério Pascal: por sua morte, Jesus nos liberta do pecado; por sua Ressurreição, Ele nos abre as portas de uma nova vida. Esta é, primeiramente, a justificação que nos restitui à graça de Deus. (CIC 654) Na força da ressurreição de Jesus devemos nos amparar e deixar de lado tudo em nossa vida que nos remete à morte, como um vício, por exemplo. E com Ele, viver a vida nova e em plenitude garantida pela Sua Paixão, Morte e Ressurreição. Que estejamos bem preparados para, nesta Páscoa de 2012, com Jesus, passarmos pelo Calvário e esperar a Ressurreição com a certeza da vitória.
Uma santa e abençoada Páscoa para você e toda a sua família.
Padre Reginaldo Manzotti
terça-feira, 3 de abril de 2012
SEMANA SANTA..... Mas que Boa Nova é essa? Qual é o seu cerne?
No dia da Ascensão, Jesus ordenou aos seus discípulos que fossem e anunciassem a Boa Nova, o Evangelho – conforme a palavra grega que a Bíblia utiliza. Eis o que nós fazemos, com este serviço espalhado por todo o mundo e utilizando todos os meios que a tecnologia da informação põe ao nosso alcance.
Mas que Boa Nova é essa? Qual é o seu cerne?
O texto evangélico que será proclamado na vigília pascal dá-nos a resposta: «Ressuscitou: não está aqui!» (Mc 18,6).Com efeito, «se (como diz S. Paulo) Cristo não tivesse ressuscitado, então a nossa pregação seria vã, vã também a nossa fé… e nós seríamos falsas testemunhas de Deus» (1 Co 15,14-15).
Durante quarenta dias, preparámo-nos para viver mais uma vez esta «Boa Nova», não como uma proclamação litúrgica mas como uma verdadeira «novidade», capaz de mudar as nossas vidas. Os textos que escutamos durante o tríduo pascal mostram-nos um Jesus amando sem limites e sofrendo na sua carne até ao aniquilamento total. É esse mesmo Jesus que aparecerá a Maria Madalena e aos apóstolos, vitorioso, ressuscitado, Senhor.
«Disso nós somos testemunhas», dirão os apóstolos (At 3,15). Que Deus nos conceda a graça de o podermos dizer também a nós próprios, aos nossos parentes, aos nossos vizinhos, «a toda a criatura» (Mc 16.15).
Com os votos de uma Santa e Feliz Páscoa!
A equipa Evangelizo de língua portuguesa
quarta-feira, 28 de março de 2012
FAMÍLIA.....uma doação de troca amparo e edificação
A Família é de fato o primeiro alicerce que um ser humano recebe como herança e tesouro.
Como todo início de construção, o engenheiro ou pedreiro. Tem como primeiro passo a projeção do que será construído. Ter um projeto de custo, gatos, estrutura e medição. Tudo deve ser bem regrado e milimetricamente planejado. Eliminando assim todas as divergências e erros possíveis que poderão surgir durante o processo.
Na construção de uma casa os erros e os fatores intervenientes, podem e devem ser diluídos o máximo possível.
Seres humanos, veias, órgãos, artérias, sangue, imunidade, vírus, doenças, hemoglobinas, fragilidade, mortalidade...
Pena que nem tudo pode ser projetado e articulado para a diluição de um erro assim como a construção de uma casa.
A doença, quando ela bate na porta de alguma família como parasita posto em algum ente querido/familiar. Desperta em todos, uma grande necessidade de fortalecer esses laços de carinhos, afeto, amor, cuidado que os circundam. Tudo sendo feito inconscientemente pelos mesmos.
A importância dessa estrutura para esse paciente diagnosticado doente. É extremamente importante e necessário, pois esse é o pontapé inicial de garantia de uma futura melhora do presente quadro.
O elo de uma família é o elo principal insubstituível que esse paciente precisa. Sendo muito pertinente destacar que sem dúvidas uma doença muitas vezes é um grande fator aliado e responsável para o fortalecimento desse elo, podendo até mesmo reconstruí-lo. E sem dúvidas esse é o momento a qual todos da família têm para reflexão e reconhecimento da sua mortalidade.
A troca e a doação de amparo descrito no início. Tem sua fundamentação quando de fato provamos desse amparo e desse despojamento. É muito edificante e maravilhoso poder olhar a sua volta e ver que você tem um contexto, que você tem uma história que não só se fundamente em ser sua, mas primordialmente ser também dos seus pais. A articulação de sentido e fundamentação disso tudo, é poder ser amado e acolhido com carinhos de força e amparo pelos principais responsáveis eternamente pelo dom de sua vida!
SUA FAMÍLIA!
Sharlys Jardim
quinta-feira, 22 de março de 2012
A SANTA MADRE IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA. > Documentário da Igreja.
A SANTA MADRE IGREJA
CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.
> Documentário da Igreja.
Naquele tempo; JESUS ENTÃO LHE DISSE...
...“E Eu te declaro: tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra Ela. Eu te darei as chaves do reino do céus: tudo que ligares na terra será ligado no céus, e tudo o que desligares na terra será desligado no céus”. (Mt 16,18-20)
“ O Senhor Jesus, antes de subir ao Céu, confiou aos seus discípulos o mandato de anunciar o Evangelho a todo o mundo e de batizar todas as nações: “Ide a todo o mundo e pregai o Evangelho a todas as criaturas. Quem acreditar e for batizado será salvo, mas que não acreditar será condenado”. (Mc.16, 15-16); Todo o poder me foi dado no Céu e na terra. Ide, pois, fazer discípulos de todas as nações, batizai-os em nome do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO e ensinai-lhes a cumprir tudo quanto vos mandei. E EU estou sempre convosco, até o fim dos tempos”. (Mt. 28, 18-20; Lc. 24, 46-48; Jô. 17, 18; 20, 21, At. 1,8).
A missão universal da Igreja nasce do mandato de JESUS CRISTO e realiza-se através dos séculos, com a proclamação do mistério de DEUS, PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO e do mistério da encarnação do Filho, como acontecimento de salvação para toda a humanidade. São estes os conteúdos fundamentais da profissão de fé cristã:
“Creio em um só Deus, Pai todo poderoso, Criador do Céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, JESUS CRISTO, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz de luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos Céus. E se encarnou pelo ESPÍRITO SANTO, no seio da Virgem MARIA e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras; e subiu aos Céus, onde está sentado à direita do PAI. De novo há de vir em Sua Glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu Reino não terá fim. Creio no ESPÍRITO SANTO, Senhor que dá a vida, e procede do PAI. Com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ELE que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir”.
O Senhor Jesus, único Salvador, não formou uma simples comunidade de discípulos, mas constituiu a Igreja como mistério salvífico: Ele mesmo está na Igreja e a Igreja Nele (Jo. 15, 1-11; Gl. 3, 28; Ef. 4, 15-16; At. 9, 5); por isso, a plenitude do mistério salvífico de CRISTO pertence também a Igreja, unida de modo inseparável ao Seu Senhor. JESUS CRISTO, com efeito, continua a estar presente e a operar a salvação na Igreja e através da Igreja (Cl. 1, 24-27), que é o Seu Corpo (1 Cor. 12, 12-13; 27; Cl. 1, 18). E, assim como a cabeça e os membros de um corpo vivo embora não se identifiquem, são inseparáveis, CRISTO e a Igreja não podem confundir-se nem mesmo separar-se, constituindo ao invés um único “CRISTO TOTAL”. Uma tal inseparabilidade é expressa no Novo Testamento também com a analogia da Igreja Esposa de Cristo (1Cor. 11, 2; Ef. 5, 25-29; Ap. 21, 2; 9).
Assim, e em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve crer-se firmemente como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada (Mt. 16, 18). Como existe um só CRISTO, também existe um só Seu Corpo e uma só Sua Esposa: “uma só Igreja católica e apostólica”. Por outro lado, as promessas do Senhor de nunca abandonar a Sua Igreja (Mt. 16, 18; 28, 20) e de guiá-la com o Seu ESPÍRITO (Jo. 16, 13) comportam que, segundo a fé católica, a unicidade e unidade, bem como tudo o que concerne a integridade da Igreja, jamais virão a faltar.
Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica – radicada na sucessão apostólica – entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica: “Esta é a única Igreja de CRISTO (...) que o nosso Salvador, depois da Sua Ressurreição, confiou a Pedro para apascentar (Jô. 21, 17), encarregando-o a ele e aos demais Apóstolos de a difundirem e de a governarem (Mt. 28, 18 - ss); levantando-a para sempre como coluna e esteio da verdade (Tm. 3, 15). Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste (subsistit in) na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele”.
Com a expressão “subsistit in” o Concílio Vaticano II quis harmonizar duas afirmações doutrinais: por um lado, a de que a Igreja de CRISTO, não obstante as divisões dos cristãos, continua a existir plenamente só na Igreja Católica e, por outro, a de que “existem numerosos elementos de santificação e de verdade fora de sua composição”, isto é, nas igrejas e comunidades eclesiais que ainda não vivem em plena comunhão com a Igreja Católica. A cerca destas, porém, deve afirmar-se que “o seu valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada a Igreja Católica”.
Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele”. (Declaração “Dominus Jesus”)
Há mais de 2700 anos DEUS ESPÍRITO SANTO já tinha definido esta verdade ao profeta Isaías:
“Eis Meu Servo que EU amparo, Meu Eleito ao qual dou toda a Minha afeição, faço repousar sobre ELE meu ESPÍRITO, para que leve ás nações a VERDADEIRA RELIGIÃO. Ele não grita, nunca eleva a voz, não clama nas ruas. Não quebrará o caniço rachado, não extinguirá a mecha que ainda fumega. Anunciará com toda a franqueza a VERDADEIRA RELIGIÃO; não desanimará, nem desfalecerá, até que tenha estabelecido a VERDADEIRA RELIGIÃO; sobre a Terra, e até que as ilhas desejem Seus ensinamentos”. (Is. 42, 1-4)
Esta profecia cumpriu-se, quando Nosso Senhor JESUS CRISTO ungiu o Apóstolo Pedro como responsável pela condução da Sua Igreja: “E Eu te declaro: tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra Ela”. (Mt 16,18)
“Apoiada na Sagrada Escritura e na tradição, ensina (o Concílio) que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único Mediador e o caminho da salvação é CRISTO, que se nos torna presente no Seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo (Mc. 16,16; Jo. 3,5), ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo batismo como por uma porta. Por isso, não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus, através de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disto não quiserem nela entrar ou nela preservar”. (Constituição dogmática “Lunem Gentium” (14a))
“A Igreja foi fundada no tempo por CRISTO Redentor”. (“Gaudium et spes” (40 b))
“O CRISTO Senhor fundou uma só e única Igreja”. (“Untatis Redint gratio” (1a))
“Ele fundou sua Igreja como o Sacramento da salvação”. (“Adgentes” (5a))
“(...) Jesus aponta Sua Igreja como caminho normativo. Não fica, pois, à discrição do homem o aceita-la ou não, sem conseqüências”. (Puebla – 1979)
“De nossa análise consta que a autêntica Igreja não pode ser entendida como uma utopia que visaria atingir todas as “Comunidades” hoje divididas e separadas. A verdadeira Igreja, bem como sua unidade, não são exclusivamente uma realidade futura. Elas já se encontram na Igreja Católica, na qual está realmente presente a Igreja de CRISTO”. (Pontifícia Comissão Teologia Internacional – 1984)
“Não se salva, contudo, embora incorporada à Igreja, aquele que, não perseverando na caridade, permanece no seio da Igreja com o corpo, mas não com o coração. (...) Se a Ela (os batizados) não correspondem por pensamentos, palavras e obras, longe de se salvarem, serão julgados com maior severidade”. (Lúmen Gentium, nº 14)
Sua Santidade, o Papa Bento XVI, é o papa de número 265 na história da Igreja, portanto, o 264º sucessor de São Pedro. Ou seja, desde que Nosso Senhor Jesus Cristo delegou aos homens o poder máximo: A condução de Sua Igreja, única instrumento pleno de salvação das almas.
terça-feira, 13 de março de 2012
Família Santuário da Vida
“A Família não nasce pronta; constrói-se aos poucos, e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, pode-se experimentar com profundidade a grande aventura de amar sem medo. A família pode ser o ambiente mais apropriado para uma maravilhosa experiência de amor”.
Marilda.
Marilda.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Exame de consciência para uma boa Confissão.
| José Martinho Pereira Martinho |
| Exame de consciência para a Confissão. Para você fazer uma boa confissão é preciso examinar a sua consciência, com a luz do Espírito Santo, com coragem, e nada a esconder do sacerdote, que ali representa o próprio Jesus. 1 :: Amo a Deus mais do que as coisas, as pessoas, os meus programas? Ou será que eu tenho adorado deuses falsos, ...como o prazer do sexo, antes ou fora do casamento, o prazer da gula, o orgulho de aparecer, a vaidade de me exibir, de querer ser "o bom", etc 2 :: Eu tenho, contra a lei de Deus, buscado poder, conhecimento, riquezas, soluções para meus problemas em coisas proibidas, como: horóscopos, mapa astral, leitura de cartas, búzios, tarôs, pirâmides, cristas, espiritismo, macumba, candomblé, magia negra, invocação dos mortos, leitura das mãos, etc.? Tenho cultivado superstições? Figas, amuletos, duendes, gnomos e coisas parecidas? Procuro ouvir músicas que me influenciam provocando alienação, violência, desejo de sexo, rebeldia e depravação? 3 :: Eu rezo, confio em Deus, procuro a Igreja, participo da Santa Missa nos domingos? Eu me confesso? Comungo? 4 :: Eu leio os evangelhos, a Palavra viva de Jesus, ou será que Ele é um desconhecido para mim? 5 :: Eu respeito, amo e defendo Deus, Nossa Senhora, os Anjos, os Santos, as coisas sagradas, ou será que sou um blasfemador que age como um inimigo de Jesus? 6 :: Eu amo, honro, ajudo os meus pais, ou meus irmãos, a minha família? Ou será que eu sou "um problema a mais" dentro da minha casa? Eu faço os meus pais chorarem? Eu sou um filho que só sabe exigir e exigir? Eu minto e sou fingido com eles? Vivo o mandamento: "Honrar pai e mãe"? 7 :: Como vai o meu namoro? Faço da minha garota um objeto de prazer para mim? Como um cigarro que eu fumo e jogo a "bita" fora? Ela (e) é uma "pessoa" com a qual quero conviver ou é apenas uma "coisa" para me dar prazer? 8 :: Eu vivo a vida sexual antes do casamento, fora do plano de Deus? Eu peco por pensamentos, palavras atos, quanto a esse assunto: Masturbação, revistas pornográficas, filmes, desfiles eróticos, roupas provocantes? 9 :: Eu respeito meu corpo e a minha saúde que são dons de Deus? Ou será que eu destruo o meu corpo, que é o templo do Espírito Santo, com a prostituição, com as drogas, as aventuras de alto risco, brigas, violências, provocações, etc.? 10 :: Sou honesto? Ou será que tapeio os outros? Engano meus pais? Pego dinheiro escondido deles? Será que eu roubei algo de alguém, mesmo que seja algo sem muito valor? Já devolvi? 11 :: Fiz mal para alguém? Feri alguém por palavras, pensamentos, atitudes, tapas, com armas? Neguei o meu perdão a alguém? Desejei vingança? Tenho ódio de alguém? 12 :: Eu falo mal dos outros? Vivo fofocando, destruindo a honra e o bom nome das pessoas? Sou caluniador e mexeriqueiro? Vivo julgando e condenando aos outros? Sou compassivo, paciente, manso? Sei perdoar, como Jesus manda? 13 :: Sou humilde, simples, prestativo, amigo de verdade? 14 :: Vivo a caridade, sei sofrer para ajudar a quem precisa de mim? Partilho o que tenho com os irmãos ou sou egoísta? 15 :: Sou desapegado das coisas materiais, do dinheiro? 16 :: Sou guloso, vivo só para comer, ou como para viver? 17 :: Eu bebo sem controle? Deixo que o álcool destrua minha vida e desgrace a minha família? 18 :: Sou preguiçoso? Não trabalho direito? Deixo todas as minhas coisas jogadas e mal-arrumadas, se estragando? 19 :: Sinto raiva de alguém é não perdôo o mal que me fizeram? Desejo vingança contra alguém? Sou maldoso? 20:: Sou invejoso? Ciumento? Vivo desejando o mal para os outros? Esse exame de consciência deve ser feito com calma, em casa, em momento de oração, pouco antes de a pessoa ir confessar-se. Você pode marcar os itens dos pecados que cometeu, anotar em um papel e levar para a confissão, devendo, lá, lê-lo diante do sacerdote. A orientação para anotar em um papel é para que se evite esquecimento, coisa muito comum, normalmente, quando você está nervoso, fato que é comum nessa situação. Que Deus os abençõe!". |
sábado, 10 de março de 2012
Oração para abençoar e libertar casa e outros lugares
Oremos
Senhor Jesus Cristo, que ordenaste aos teus apóstolos desejarem a paz nas casas onde entrassem, santifica, te pedimos, esta casa... por meio de nossa confiante oração.
Visita, ó Pai de bondade, a nossa casa [o lugar de trabalho, estudo e diversão], e afasta toda infiltração do inimigo; venham os teus anjos para proteger-nos na paz, e a tua bênção permaneça sempre conosco.
Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.
Afasta todos os maus sentimentos, brigas, infidelidades, vícios, doenças e falta de prosperidade e qualquer outra infiltração maligna presente neste lugar, em alguma pessoa ou objeto.
Derrama as tuas bênçãos e a abundância da paz.
Confirma a tua salvação, como fizeste na casa de Zaqueu quando lá entraste.
Encarrega os teus anjos de protegê-la e de expulsar todo poder maligno.
Concede a todos os que nela moram ou trabalham que te amem de todo coração, e pratiquem com alegria o teu mandamento de amor. Amém.
Fonte:GAMBARINI, Padre Albertosexta-feira, 9 de março de 2012
O Santo Padre convida a superar o analfabetismo religioso - um dos grandes problemas de hoje
Roma (Segunda -feira, 05-03-2012, Gaudium Press) A paróquia é "um lugar onde se aprende a viver a própria fé em meio aos outros", lembrou Bento XVI na ocasião da visita pastoral à paróquia romana de São João Batista de La Salle al Torrino, na parte sul da cidade.
Na proximidade do Ano da Fé, o Papa convidou os fiéis a "fazer crescer e consolidar a experiência da catequese sobre as grandes verdades da fé cristã, e superar o 'analfabetismo religioso' que é um dos maiores problemas de hoje".
Por causa da viagem ao México e a Cuba, a tradicional visita a uma das paróquias romanas no domingo "Laetare" (quarto domingo da Quaresma) , foi organizada para este segundo domingo, quando o Papa visitou os fiéis da paróquia de São João Batista de La Salle al Torrino.
Bento XVI segue, assim, a tradição de fazer visitas às paróquias romanas duas vezes por ano, na Quaresma e no Advento.
Em sua chegada o pontífice foi recebido com grande simpatia, afeto e calor.
Antes de entrar na Igreja para celebrar a Missa, ele saudou pessoalmente as crianças em cadeiras de roda que o esperavam. Os inúmeros fiéis que não puderam entrar na igreja, acompanharam ao vivo a missa no telão montado para esta ocasião.
"Obrigado por esta recepção calorosa, por este espírito de familiaridade que sinto, por isto me fazer sentir como um pai: isto me dá coragem!", agradeceu o Papa.
A visita iniciou com uma saudação do pároco, Don Giampaolo Perugini, que presenteou o Santo Padre com uma camiseta do oratório, um círio pascal pintado pelo vigário Don Hiroto Tanaka, e um livreto com cartas e desenhos das crianças.
Na homilia, pronunciada improvisadamente, Bento XVI explicou o sentido das leituras do segundo Domingo de Quaresma e dirigiu palavras diretas e cordiais também à paróquia, recordando que ela deve ser "um lugar onde se aprende a viver a própria fé em meio a "nós" da Igreja."
Comentando a história de Abraão, o Papa afirmou que "Deus não quer a morte, mas a vida", mas doou o próprio Filho "para vencer o pecado e a morte, e para superar toda a ameaça que existe no mundo". Graças a este dom de Jesus, "ninguém poderá nos acusar, ninguém poderá nos condenar, ninguém poderá nos separar de seu imenso amor".
Em seguida, tratando da Transfiguração de Jesus, o Santo Padre observou que aqui se encontra o exemplo para nos fazer entender que " o caminho para alcançar a glória, o caminho do amor luminoso que vence as trevas do mal, passa através do dom total de si mesmo, passa através do escândalo da Cruz".
Porque "um mistério de sofrimento" é também "a beata paixão" de "um mistério de amor extraordinário de Deus" do qual "temos necessidade no nosso caminho cotidiano, com frequência assinalado também pela escuridão do mal!"
A paróquia de São João Batista de La Salle al Torrino de Roma foi "colocada no ponto mais alta do bairro", observou o Papa, notando que "é uma indicação importante" de que nós também "precisamos subir ao monte da transfiguração para receber a luz de Deus".
Bento XVI indicou também uma proposta pastoral concreta, convidando a viver o próximo Ano da Fé no aprofundamento da catequese para "superar o analfabetismo religioso".
Às numerosas famílias presentes na paróquia, o Papa pediu para serem "o ambiente de vida no qual se movem os primeiros passos de fé" e uma "comunidade na qual se aprende a conhecer e a amar cada vez mais o Senhor".
quinta-feira, 8 de março de 2012
08 de Março. Dia Internacional das Mulheres
Todos sabem que o preconceito é um marco presente na vida da humanidade e a mulher não ficou de fora, em razão dele sofreu grandes perdas.
Ao longo da história, as mulheres estiveram sempre subjugadas às vontades dos homens, a trabalhar como serviçais, sem receber nada pelo seu trabalho ou então ganhavam um salário injusto, que não dava para sustentar sua família.
Em razão desses e tantos outros modos de discriminação, as mulheres se uniram para buscar maior respeito aos seus direitos, ao seu trabalho e à sua vida.
A discriminação era tão grande e séria que chegou ao ponto de operárias de uma fábrica têxtil serem queimadas vivas, presas à fábrica em que trabalhavam (em Nova Iorque) após uma manifestação onde reivindicavam melhores condições de trabalho, diminuição da carga horária de 16 para 10 horas diárias, salários iguais aos dos homens – que chegavam a ganhar três vezes mais no exercício da mesma função.
Porém, em 8 de março de 1910, aconteceu na Dinamarca uma conferência internacional feminina, onde assuntos de interesse das mulheres foram discutidos, além de decidirem que a data seria uma homenagem àquelas mortas carbonizadas.
No governo do presidente Getúlio Vargas as coisas no Brasil tomaram outro rumo. Com a reforma da constituição, acontecida em 1932, as mulheres brasileiras ganharam os mesmos direitos trabalhistas que os homens, conquistaram o direito ao voto e a cargos políticos do executivo e do legislativo.
Ainda em nosso país, há poucos anos, foi aprovada a Lei Maria da Penha, como resultado da grande luta pelos direitos da mulher, garantindo bons tratos dentro de casa, para que não sejam mais espancadas por seus companheiros ou que sirvam como escravas sexuais deles.
Mas a mulher não desiste de lutar pelo seu crescimento, o dia 8 de março não é apenas marcado como uma data comemorativa, mas um dia para se firmarem discussões que visem à diminuição do preconceito, onde são discutidos assuntos que tratam da importância do papel da mulher diante da sociedade, trazendo sua importância para uma vida mais justa em todo o mundo.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Graduada em Pedagogia
terça-feira, 6 de março de 2012
Oração de Libertação
Ó, senhor, Tú és grande, Tu és Deus, Tu és Pai,
nós Te pedimos que,pela intercessão e com o auxílio
dos Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel,
nossos irmão e irmãs sejam libertos do maligno.
Da angústia, da tristeza, da obsessão.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
Do ódio, da fornicação, da inveja.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
Dos pensamentos de ciúmes, de raiva, de morte.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
De cada pensamento de suicídio e aborto.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
De cada forma de aprisionamento sexual.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
Da divisão da família, de cada amizade mesquinha.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
De cada forma de malefício, de feitiçaria,
nossos irmão e irmãs sejam libertos do maligno.
Da angústia, da tristeza, da obsessão.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
Do ódio, da fornicação, da inveja.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
Dos pensamentos de ciúmes, de raiva, de morte.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
De cada pensamento de suicídio e aborto.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
De cada forma de aprisionamento sexual.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
Da divisão da família, de cada amizade mesquinha.
Nós Te pedimos, liberta-os, Senhor.
De cada forma de malefício, de feitiçaria,
de bruxaria e de quaisquer males ocultos.
Nós Te pedimos, liberta-os, senhor.
Oremos:
Ó senhor que disse: "Vá em paz, eu vou dou a minha paz",
Nós Te pedimos, liberta-os, senhor.
Oremos:
Ó senhor que disse: "Vá em paz, eu vou dou a minha paz",
pela intercessão da Virgem Maria, concede-lhes estas libertações
de cada maldição e dê-lhes sempre a Tua paz.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
segunda-feira, 5 de março de 2012
O Valor da Santa Missa
Na hora da morte, as missas
que houveres assistido
serão a tua maior consolação.
que houveres assistido
serão a tua maior consolação.
Toda missa implora o
teu perdão junto à justiça divina.
teu perdão junto à justiça divina.
Em toda missa podemos
diminuir a pena temporal
devida aos teus pecados, e diminuí-la mais ou menos
consoante o teu fervor.
diminuir a pena temporal
devida aos teus pecados, e diminuí-la mais ou menos
consoante o teu fervor.
Assistindo com devoção à missa, prestas a
maior das honras à santa humanidade de Jesus Cristo.
maior das honras à santa humanidade de Jesus Cristo.
Ele compadece-se de muitas das tuas negligências e omissões.
Perdoa-te os pecados veniais não confessados,
dos quais porém te arrependeste.
dos quais porém te arrependeste.
Diminui o império de satanás sobre ti.
Sufraga as almas do purgatório da melhor maneira possível.
Uma só missa que houveres assistido em vida
ser-te-ás mais salutar que muitas a que outros
assistirão, por ti depois de tua morte,
pois pela Missa participas da Paixão,
Morte e Ressurreição de Cristo.
ser-te-ás mais salutar que muitas a que outros
assistirão, por ti depois de tua morte,
pois pela Missa participas da Paixão,
Morte e Ressurreição de Cristo.
A Missa preserva-te de muitos perigos e
desgraças que te abateriam.
desgraças que te abateriam.
Toda Missa diminui o teu purgatório.
Toda Missa alcança-te um grau de
glória maior no céu.
glória maior no céu.
És abençoado em teus negócios e interesses pessoais.
Fica sabendo, ó cristão, que mais merece ouvir
devotamente uma só missa do que com distribuir
todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a terra.
(S. Bernardo).
devotamente uma só missa do que com distribuir
todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a terra.
(S. Bernardo).
Nosso Senhor nos concede tudo o que lhe pedimos
na Santa Missa : o que mais vale é que nos dá
ainda o que nem se quer cogitamos pedir-lhe
e que, entretanto, nos é necessário. (S. Jerônimo).
na Santa Missa : o que mais vale é que nos dá
ainda o que nem se quer cogitamos pedir-lhe
e que, entretanto, nos é necessário. (S. Jerônimo).
Se conhecêssemos o valor do Santo Sacrifício
da Missa que zelo não teríamos em assistir a ela. (Cura d'Ars).
da Missa que zelo não teríamos em assistir a ela. (Cura d'Ars).
A Missa é o sol da Igreja. (São Francisco de Sales)
domingo, 4 de março de 2012
Livro - Celebrar bem
Celebrar Bem nasceu da caminhada da reforma e renovação litúrgicas promovidas pelo Concílio Vaticano II em que Frei Alberto foi um dos protagonistas. O Concílio pediu uma participação frutuosa na Sagrada Liturgia. Para que seja frutuosa ela precisa ser consciente, ativa e plena. Volta-se, para a Celebração eucarística: expõe algumas questões mais abrangentes sobre a Missa como a preparação da celebração, o silêncio sagrado, as vestes sagradas, o tempo da celebração, o respeito às diversas funções, o caráter comunitário da celebração, a centralidade de Cristo na celebração e o espaço celebrativo como um todo. Realça, a necessidade de uma celebração correta, realizada com esmero, para que ela seja autêntica em sua natureza e na sua expressão externa.
sábado, 3 de março de 2012
Eis O Mistério da fé
Essas palavras que o sacerdote pronuncia logo após a consagração do pão e do vinho, resumem toda a essência da santa Missa. Ela é a celebração do mistério da fé, o ápice de toda devoção cristã. Quem não entendeu o sentido profundo da Missa ainda não compreendeu o sentido profundo do cristianismo e da salvação que Jesus veio trazer aos homens. A maioria dos batizados não gosta de participar da Missa. Para uns ela é apenas uma longa cerimônia; para outros, um hábito sociológico, "um peso necessário", uma obrigação de consciência ou apenas um exercício de piedade. Uns não gostam da Missa porque não gostam do padre que a celebra; outros, porque não gostam do sermão, ou porque a música não está boa, etc. E, assim, ficam apenas no acessório e se esquecem do Essencial. A Missa é a celebração máxima da fé, porque nela o "mesmo" Sacrifício de Cristo no Calvário se faz presente, se "atualiza", para que cada um de nós, pessoalmente, e em comunidade, possa em adoração, oferecer o Cristo ao Pai, pela salvação da humanidade.
A Liturgia reza que quando celebramos a Paixão do Senhor sobre o altar, "torna-se presente a nossa redenção". Deus, que na Sua misericórdia tinha muitas maneiras de restaurar a humanidade, escolheu esse meio de salvação para destruir a obra do demônio; não recorreu a Seu poder, mas à Sua justiça. Era justo que o demônio só perdesse seu domínio original sobre a humanidade sendo vencido no mesmo terreno onde venceu o homem. Cristo o venceu como homem, com a sua morte e ressurreição; destruindo a morte e a dominação do demônio sobre a humanidade
É isto que celebramos na Missa; a Vítima Santa se torna presente sobre o altar, agora de maneira incruenta, para salvar, hoje, a humanidade. Cristo mais uma vez oferece ao Pai o seu Sacrifício perfeito. E a redenção é aplicada a cada um de nós que comunga o Corpo imolado e ressuscitado de Jesus. Carregando em Si todos os pecados dos homens, de todos os tempos e de todos os lugares, Jesus ofereceu ao Pai um Sacrifício perfeito. O Pai aceitou essa oblação do Filho amado e, pela ressurreição, garantiu o Seu perdão à humanidade pecadora.
Por Jesus ressuscitado, a humanidade volta a Deus e caminha para a sua ressurreição.
Jesus ressuscitado é a garantia do triunfo dos que n'Ele crêem. Por Ele todas as criaturas voltam redimidas para Deus, na Sua oblação que se faz perpétuas através da santa Missa. No santo Sacrifício, o Calvário (o mesmo) se faz novamente presente. As ações de Jesus não se perdem no tempo, porque Ele é Deus, são teândricas; isto é, humanas e divinas. O pão e o vinho oferecidos representam todo o universo e toda a humanidade que Cristo oferece ao Pai com todas as suas chagas, trabalhos e dores. Ali depositamos também a nossa vida e o nosso ser oferecendo-os também a Deus para fazer a Sua vontade. Na consagração do pão e do vinho, Jesus - pelos lábios do sacerdote (qualquer que seja ele) - transforma a matéria no Seu Corpo e Sangue. Pela celebração da santa Missa, o mundo volta reconciliado para Deus e somos salvos. Ali, cada batizado, cada membro da Igreja, oferece a Deus Pai o Sacrifício perfeito de Seu Filho Jesus. Por isso, não há oferta mais agradável a Deus; não há oração mais completa em mais eficaz. A Missa é o centro da fé, é o cerne do Cristianismo, é o coração da Igreja, é o centro do universo. Nela o Senhor nos dá a comungar o Seu Corpo e Sangue. Ele vem morar em nós para ser nosso Alimento e Remédio. Ele vem a nós para ser o alimento da caminhada, a força contra o pecado, e para transformar nossa vida de homem em vida de filho de Deus. Pela Eucaristia, Cristo vem para em nós viver e amar os outros e para fazer de nós Seus discípulos e transformadores do mundo pela Sua presença e graça. Quando comungamos, nós nos tornamos, de fato, membros do Corpo de Cristo, unidos a todos os irmãos do céu e da terra. E' a redenção do mundo! Nunca compreenderemos totalmente a magnitude da santa Missa... Ela é a fonte de onde nos vem a salvação. Por ela, a cada dia, Cristo salva a humanidade. Quando entendermos bem o significado da missa, a conseqüência imediata será o desejo de participar dela todos os dias...
Prof. Felipe Aquino
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Diante do mal não devemos ficar calados, diz o Papa em mensagem pela Quaresma 2012....
Em sua mensagem para a Quaresma 2012, o Papa Bento XVI alentou os católicos a recuperarem a correção fraterna porque diante do mal não devemos ficar calados.
No texto titulado “Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” apresentado em conferência de imprensa no Vaticano, o Santo Padre recordou “um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correção fraterna, tendo em vista a salvação eterna”.
Hoje em dia, disse o Papa, “se é muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro”.
Depois de recordar que “Cristo mesmo nos manda repreender ao irmão que está cometendo um pecado”, o Santo Padre ressaltou que “Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem”.
“Entretanto a advertência cristã nunca há de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão”, precisou.
O Papa sublinhou logo que “neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade”.
Bento XVI explicou também que a Quaresma um tempo para refletir sobre a caridade e assegurou que “um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal”.
“À vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas. Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa.”, assegurou.
O Papa assinalou que em meio de um mundo que está acostumado a ser indiferente ou desinteressado para com outros, necessário “fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos”.
“Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos, para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem”.
O Santo Padre assinalou na mensagem que “O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o fato de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor”.
Bento XVI indicou que as pessoas devem superar o olhar sobre os próprios interesses e preocupações, para poder olhar o outro: “sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre”.
“Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende»”, acrescenta.
O Papa referiu além que ser “guardiães” de outros “contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de considerá-la na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual”.
“Uma sociedade como a atual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã!”, precisou.
O Pontífice se referiu também ao chamado pessoal à santidade que tem todo cristão, através da vivencia do amor plasmado em obras boas para que Igreja cresça e se desenvolve para chegar “à plena maturidade de Cristo”.
O Papa Bento XVI adverte logo do perigo da tibieza, que deve ser superada, para pôr em obra as “riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal”.
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