...* Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor *...
sábado, 9 de abril de 2011
“Porque mandas, lançarei as redes” (Lc 5,5b)
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Amor de Deus: certeza que não pode falhar, segundo Pe. Cantalamessa Autor: admin | Postado em: Santa Sé
O Pe. Cantalamessa sublinhou os traços do amor divino contidos na revelação cristã, e que a distinguem absolutamente das demais religiões e filosofias existentes.
quinta-feira, 31 de março de 2011
ORAÇÃO DA ARMADURA DE DEUS
Tomo a Vossa verdade contra as mentiras e os erros do inimigo astucioso.
Tomo a Vossa Justiça para vencer os maus pensamentos e as acusações de satanás. Faça um exame de consciência e peça a libertação de todos os maus pensamentos, dos registros negativos, das frustrações, dos pensamentos de abandono Toma o equipamento do Evangelho da paz e deixo a segurança e os confortos da vida para combater o inimigo. Digam quais são as ações do inimigo na sua vida, drogas, alcoolismo e peça a libertação acreditando no poder no sangue de Cristo. E, acima de tudo, eu tomo a Vossa fé para barrar o caminho da minha alma às dúvidas e incredulidades. Peça que Deus aumente a sua fé, coloque as suas incredulidades e peça que Deus aumente e dê fervor à sua fé. Tomo a Vossa salvação e confio em Vós para proteger o meu corpo e a alma contra os ataques de satanás. Tomo a Vossa Palavra e peço para que o Espírito Santo me capacite a usá-la eficazmente contra o inimigo. Corte toda escravidão e a liberte de todo cativeiro. Pense agora em que você precisa ser libertado, o que te aprisiona, o que te faz escravo, peça que Deus quebre todos os grilhões e que te liberte.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Fomos feitos para o Céu......
“Acaso não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus mora em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá, pois o santuário de Deus é santo, e vós sois esse santuário”. (1Cor 3,16-17)quinta-feira, 24 de março de 2011
Oração para fortalecer a união do casal
Amém.”Deus os abençõe!!!
Pe. Reginaldo Manzotti
quinta-feira, 17 de março de 2011
Oração da Paciência Senhor!
sexta-feira, 11 de março de 2011
Começamos hoje um tempo de conversão......
sábado, 5 de março de 2011
CONTINUA....... Muitos Casamentos estão vivendo esta mesma situação.....Amor e Fé......
Disse no início que meu pai me fez muita falta, e acredito que procurava nos homens uma figura paterna e encontrei isso em meu primeiro casamento, gostava do meu marido, mas o carinho que ele me oferecia era diferente, me sentia como criança precisando de afago sem que tivesse que retornar aquele carinho, pois vivia em conflito, mais não entendia quando ele ultrapassava os limites da natureza de nossos corpos, compreendi isso quando fiz sessões com uma psicóloga. Sei que tem muitas mulheres passando pelo mesmo problema, não é motivo de brigas, confusões e desespero, temos que ter muito diálogo e procure ajuda, espiritual e médica , pois precisamos de paz interior pra compreender o que o nosso corpo quer e o que ele rejeita para procurarmos as soluções.Procure ter paz interior e trabalhar estes sentimentos com ajuda de Deus, ELE é o nosso maior conselheiro e a partir daí procure a ajuda médica....Fiquei casada quase 05 anos e Deus me deu um filho maravilhoso Sammuel com sentimentos nobres que me faz superar tudo e qualquer problema que achei que tinha em meu primeiro casamento, que creio que foi abençoado por Deus até que a morte nos separou.....Continua.....
terça-feira, 1 de março de 2011
Uma História de amor e fé......
Eu Marilda venho de uma família simples mas que acreditava e acredita sempre que o dia de amanhã será melhor que hoje. E foi pela fé e pelo amor de Deus por nós que superamos as dificuldades do nosso dia a dia. Fiquei órfã de Pai muito cedo, infelizmente a bebida venceu a vida de meu pai que tinha apenas 37 anos de idade e nos deixou a mercê de um carinho paterno que até hoje sinto falta....Somos em 12 irmãos, na época todos pequenos a mais velha que ajudou mais nossa mãe na luta, enfim todos ajudavam um pouquinho,uns trabalhavam de engraxar sapatos, outros em oficina mecânica, outras cuidava de crianças, com um pouco de cada um conseguíamos manter e não deixávamos a fome se aproximar, mesmo assim com as dificuldades e com a dureza da vida ela nos ensinávamos a nos respeitarmos e dividirmos os espaços de nossa casa que era tão pequena debaixo de um amor incondicional que nossa mãe nos oferecia, do seu jeito mas nós éramos propriedade dela.........Continua......01/03/2011
E com a graça de Deus íamos crescendo cada um acreditando no seus sonhos, mas juntos e não esquecendo que maior poder tinha Deus em nossas vidas, era o que nossa mãe acreditava e ainda acredita com suas orações e devoções.
Particularmente ficava observando as atitudes de minha mãe, forte mas porem frágil, guerreira mas com seus limites, pois cada filho tem a sua personalidade, mas com amor e fé soube encaminhar cada um com seus conselhos as vezes com aquele tom ameaçador, mas que mesmo assim surgiram efeitos e hoje estou aqui pra agradecer pela a pessoa que eu sou, porque a senhora é o meu espelho, obrigada Mãe!!
Contando a minha história......Hoje tenho 46 anos, casada, sou Mãe de 02 filhos Sammuel e Nathália que me dão muitas alegrias, não por serem bem sucedidos mas por serem os filhos que são, humilde, honesto, me respeita e ....etc.Venho de 02 casamentos, o primeiro aos 19 anos .....que durou 04 anos e 10 meses, pois meu esposo ficou doente(pancriatite aguda) e veio a falecer e fiquei com um filho de 02 aninho.... Sammuel....desesperar nunca......Continua.....02/03/2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Arquidiocese de São Paulo - Notícias
Mensagem de Bento XVI
para a Quaresma 2011
“Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes” (cf. Cl 2, 12)
Amados irmãos e irmãs!
A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).
1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Batismo, quando, “tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo” iniciou para nós “a aventura jubilosa e exaltante do discípulo” (Homilia na Festa do Batismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010).
São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo», é comunicada gratuitamente ao homem.
O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa “conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos” (Fl 3, 10- 11). O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.
Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De fato, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8,).
Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência.
2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é batizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.
O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição dos homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é ativo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.
O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5).
É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor. O pedido de Jesus à Samaritana: “Dá-Me de beber” (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da “água a jorrar para a vida eterna” (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos “verdadeiros adoradores” capazes de rezar ao Pai “em espírito e verdade” (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, “enquanto não repousar em Deus”, segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.
O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: ”Tu crês no Filho do Homem?”. “Creio, Senhor” (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como “filho da luz”.
Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: “Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?” (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: “Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27). A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência:
Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança. O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos “da água e do Espírito Santo”, e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos.
3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Batismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a “terra”, que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a “palavra da Cruz” manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus cáritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).
No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida.
Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projetos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.
Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciamos no dia do Batismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que “as suas palavras não passarão” (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele “que ninguém nos poderá tirar” (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.
Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela ação do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo. Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas ações. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O Bem mais importante nós temos com certeza é a Família!
A Família!
O Sal da Terra e a Luz do mundo!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Nesta semana, quando celebramos o Dia Mundial do Doente,O papa completa.....
Nesta semana, quando celebramos o Dia Mundial do Doente, quero aproveitar este boletim online para lembrar de todos os enfermos. Claro, todos nós temos as nossas enfermidades, seja ela física ou não. Mas hoje quero lembrar daqueles enfermos que não sabem o que é viver sem dor, aqueles que estão acamados, que estão limitados em seus direitos, em suas vidas. O papa Bento XVI em sua mensagem para o dia Mundial do Enfermos cita São Bernardo, que afirma:“Deus não pode padecer, mas pode compadecer”.
O papa completa:”Deus, a Verdade e o Amor em pessoa, quis sofrer por nós e conosco; fez-se homem para poder compadecer com o homem, de modo real, em carne e sangue. Em cada sofrimento humano, portanto, entrou Aquele que partilha o sofrimento e a suportação; em cada sofrimento difunde-se a consolação do amor partícipe de Deus para fazer surgir a estrela da esperança (cf. Carta enc. Spe salvi, 39)
Nossa Senhora de Lourdes, rogai pelos enfermos!
Deus abençoe você,
Padre Reginaldo Manzotti
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
O Carnaval Cristão ( Do século VI d.C. ao século XVIII d.C. )
O Carnaval Cristão inicia o seu desenvolvimento quando a Igreja Católica oficializa o carnaval, em 590 d.C., e adquire suas características básicas, na Renascença. Termina no século XVIII, quando um novo modelo de carnaval (pós-moderno) começa a se delinear.
História e etimologia do Carnaval.....
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O que nos diz o Cartaz.....da Campanha da Fraternidade 2011.
| Adicionar legenda |
A figura do rio com a água escurecida e suja representa também a parte natural sendo devastada, influenciando no aparecimento das enchentes e no aumento do nível do mar, ações estas provocadas pelo ato errado do homem.
Em contraste a isso, vemos em primeiro plano uma mureta, onde em meio à devastação ainda existe vida. Nela, um pequeno broto e um cipreste (hera), com suas raízes incrustadas, criando um microecossistema, ainda insistem em viver mesmo diante de um cenário áspero. Sendo, portanto, referência ao lema: "A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).
Apesar de todo o sofrimento que a criação enfrenta ao longo dos tempos, de todos os seus 'gritos de dor' - a vida rompe barreiras e nos mostra que ainda existe esperança, representada pela borboleta, que mesmo com uma vida curta, cumpre o seu importante papel no ciclo natural do planeta.
Oração da Campanha da Fraternidade 2011 CNBB
Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tendes por todos nós.
Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.
Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.
E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.
Amém.


